A cadela K9 Catrina, primeira integrante da Polícia Civil do Piauí, faleceu na madrugada desta quarta-feira (30) em decorrência de erliquiose e uma infecção. Com apenas seis anos, Catrina foi um marco na consolidação do trabalho com cães na polícia estadual e recebeu homenagens em um cortejo em Teresina.
Trajetória e Contribuições
Desde sua inclusão na corporação em 2022, K9 Catrina desempenhou um papel fundamental em diversas operações policiais, contribuindo para ações de segurança pública e combate ao crime. A operadora da cadela, Adriana Sousa, destacou que, apesar do ceticismo inicial sobre o trabalho com cães, Catrina rapidamente conquistou a confiança da equipe e da comunidade.
Legado e Homenagens
O delegado Matheus Zanatta, superintendente de Operações Integradas da SSP-PI, anunciou que o novo prédio do Núcleo de Operações com Cães (NOC), previsto para ser inaugurado em 2027, será nomeado em homenagem a Catrina. O Núcleo expressou sua tristeza em nota, ressaltando o pioneirismo da cadela no combate à criminalidade e seu legado de dedicação.
Impacto na Polícia Civil
Samuel Silveira, delegado e coordenador do DENARC, também lamentou a perda, descrevendo Catrina como uma verdadeira guerreira que dedicou sua vida ao serviço público. Segundo ele, a cadela participou de inúmeras missões e ajudou a elucidar diversos casos, sempre com coragem e disciplina.
A relação entre Adriana e Catrina era marcada por afeto e admiração. “Ela era como uma filha para mim”, afirmou a operadora, que expressou gratidão pelo impacto positivo que a cadela teve em sua vida e na Polícia Civil.
A morte de K9 Catrina deixa um vazio na corporação, mas seu legado continuará a inspirar o trabalho com cães na segurança pública do Piauí.
Fonte: portalclubenews.com