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Tentativa de sequestro em maternidade de Teresina gera comoção e investigação

Tentativa de sequestro de recém-nascida em maternidade de Teresina gera investigação e comoção.
Tentativa de sequestro em maternidade de Teresina gera comoção e investigação

Imagens exclusivas revelam uma tentativa de sequestro de uma recém-nascida na Maternidade Dona Evangelina Rosa, em Teresina. O incidente ocorreu no dia 6 de julho de 2026 e teve como principal suspeita a técnica de enfermagem Auricélia Rocha, funcionária da unidade há mais de dois anos.

Momento da tentativa de sequestro

As gravações mostram Auricélia caminhando com a bebê por um corredor do hospital às 13h40. Ela teria informado à mãe da criança que a levaria para exames de rotina, incluindo o teste do pezinho. Desconfiada, a tia da recém-nascida, Daniela Beatriz, decidiu acompanhar a situação de fora da sala.

Ação rápida da tia

Após alguns minutos, Auricélia saiu do local sem a criança, carregando uma bolsa preta. Daniela, percebendo algo estranho, a seguiu e, ao abrir a bolsa, encontrou a sobrinha dentro dela. “Quando eu puxo, a neném tá lá. Eu já tiro a neném e saio pedindo socorro”, relatou.

Repercussão e medidas de segurança

O diretor administrativo da maternidade, José Alberto Alencar, lamentou o ocorrido, mas destacou que não houve falhas nos protocolos de segurança. O hospital conta com sistemas de reconhecimento facial e acesso controlado. A Polícia Civil investiga o caso como tentativa de sequestro, mas a comunicação tardia do crime impediu a prisão em flagrante.

Quarto preparado para o bebê

Uma descoberta inquietante foi feita na casa de Auricélia, onde foi encontrado um quarto montado para receber um bebê, com berço, banheira e roupas infantis. Familiares acreditavam que ela estava grávida, embora não houvesse exames que comprovassem a gestação. A técnica permaneceu em silêncio durante o depoimento e sua defesa alegou problemas psiquiátricos.

Ainda assim, o delegado afirmou que a investigação não considera a hipótese de insanidade mental que exclua a responsabilidade penal da suspeita. Auricélia foi internada em uma clínica psiquiátrica por familiares e, após a alta, foi presa.

A rápida ação de Daniela foi crucial para que a criança retornasse em segurança aos braços da mãe, que descreveu o episódio como traumático. O caso continua sob investigação, com a família da recém-nascida expressando gratidão pela atenção da tia.

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