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Suspeito de assassinato de manicure carbonizada é indiciado e preso no Pará

Suspeito de matar manicure carbonizada é indiciado e preso novamente no Pará. Entenda o caso.
Suspeito de assassinato de manicure carbonizada é indiciado e preso no Pará

Demétrius de Morais Gomes, principal suspeito do assassinato da manicure Aline Nayara de Sousa, de 24 anos, foi preso novamente em Marabá, no Pará, no dia 28 de maio. A detenção ocorreu após a Polícia Civil do Piauí concluir um inquérito que o indiciou por homicídio triplamente qualificado. O caso agora segue para análise do Ministério Público, que decidirá sobre a denúncia.

Investigação e Prisão

A delegada Nathália Figueiredo, responsável pela investigação, destacou que Demétrius já havia sido preso temporariamente em agosto de 2024, durante a Operação Rodoanel, mas foi liberado por uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Apesar da soltura, as investigações continuaram, reforçando a suspeita de sua participação no crime.

Evidências Cruciais

Um dos fatores decisivos para o indiciamento foi a identificação do veículo supostamente utilizado no crime. Câmeras de segurança registraram o carro nas proximidades do Rodoanel, onde o corpo de Aline foi encontrado. O veículo foi rastreado até Marabá, onde o suspeito foi localizado com o apoio da Polícia Civil do Pará.

Contexto do Crime

O corpo de Aline Nayara foi descoberto em 10 de julho de 2024, após uma denúncia anônima, na região do Rodoanel, em Teresina. A identificação inicial foi dificultada pelo estado de carbonização do corpo. Exames de DNA realizados pelo Instituto de Medicina Legal (IML) confirmaram que se tratava da manicure, que estava desaparecida há dois dias. Aline morava no bairro Santa Luzia, na Zona Sul de Teresina, e deixou um filho pequeno.

Próximos Passos

Com o indiciamento, o processo agora aguarda a decisão do Ministério Público. A delegada Figueiredo afirmou que as investigações mantiveram a linha que aponta Demétrius como diretamente envolvido no crime, indiciando-o pelo artigo 121, com três qualificadoras: motivo torpe, meio cruel e sem chance de defesa da vítima.

O caso gera repercussão na sociedade, levantando questões sobre segurança e justiça. A população aguarda ansiosamente os desdobramentos legais e a possível responsabilização do suspeito.

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