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Moraes proíbe visitas a Bolsonaro durante internação em hospital

política - Moraes proíbe visitas a Bolsonaro durante internação em hospital, exceto para Michelle.
Moraes proíbe visitas a Bolsonaro durante internação em hospital

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a proibição de visitas a Jair Bolsonaro durante sua internação no hospital DF Star, em Brasília. A decisão se aplica a advogados e familiares do ex-presidente, com exceção da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que está autorizada a acompanhá-lo.

política: cenário e impactos

Bolsonaro foi internado na manhã de sexta-feira, 1º de maio de 2026, para realizar uma cirurgia no ombro direito. O ex-chefe do Executivo encontra-se sob prisão domiciliar e necessitou de autorização judicial para o procedimento. Moraes também ordenou que a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) mantenha vigilância constante na porta do quarto do ex-presidente, barrando a entrada de pessoas não autorizadas.

Medidas de segurança e acompanhamento médico

A decisão judicial assegura que todas as medidas cautelares contra Bolsonaro sejam mantidas durante sua internação. O 19º Batalhão da PMDF foi designado para garantir a segurança no local. Além disso, a defesa de Bolsonaro terá 48 horas para apresentar um relatório médico completo sobre o resultado da cirurgia.

Autorização para a cirurgia

A autorização para a cirurgia foi liberada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, na terça-feira, 28 de abril. Os médicos optaram por uma artroscopia, um procedimento menos invasivo, visando recuperar a funcionalidade do braço do ex-presidente e aliviar suas dores.

Justificativa da defesa

A defesa de Bolsonaro apresentou laudos que comprovam lesões significativas no manguito rotador, indicando que ele sofre dores intensas, especialmente à noite, mesmo com uso de medicamentos. A equipe jurídica argumentou que a cirurgia é uma necessidade terapêutica para preservar a saúde e a dignidade do ex-mandatário.

Monitoramento contínuo

A petição enviada ao STF enfatizou que a intervenção cirúrgica não é uma questão de conveniência pessoal, mas uma necessidade médica urgente. Com a saída do Palácio do Planalto e as restrições impostas pela Justiça, Bolsonaro continuará sob rigoroso monitoramento até seu retorno à residência.

O ex-presidente, que enfrenta um momento delicado de saúde, segue sob a vigilância das autoridades, refletindo a complexidade de sua situação legal e médica.

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