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MP exige investigação da PM após agressões contra empresário e advogado no Piauí

O Ministério Público do Piauí (MPPI) cobrou, nesta quinta-feira (19), que a Polícia Militar do Estado (PM-PI) instaure investigações para apurar a conduta de militares envolvidos em supostas agressões contra um empresário e suplente de vereador em Luzilândia, e um advogado em São Raimundo Nonato. Os casos, que geraram repercussão, levaram o MPPI a recomendar […]

G1

O Ministério Público do Piauí (MPPI) cobrou, nesta quinta-feira (19), que a Polícia Militar do Estado (PM-PI) instaure investigações para apurar a conduta de militares envolvidos em supostas agressões contra um empresário e suplente de vereador em Luzilândia, e um advogado em São Raimundo Nonato. Os casos, que geraram repercussão, levaram o MPPI a recomendar medidas rigorosas, visando clareza e responsabilidade nas abordagens policiais em território piauiense.

Casos sob investigação: Luzilândia e São Raimundo Nonato

Um dos episódios que motivaram a ação do MPPI ocorreu na madrugada de 15 de janeiro, em Luzilândia. O empresário e suplente de vereador Edson Carvalho, de 24 anos, teria sido agredido por quatro policiais militares após ser confundido. As imagens do incidente foram registradas por câmeras de segurança, dando visibilidade ao ocorrido. Em resposta, a PM-PI afastou os envolvidos das atividades operacionais e instaurou um procedimento para apuração dos fatos.

Outra situação que mobilizou o Ministério Público se deu em São Raimundo Nonato. Durante as festividades carnavalescas no município, um advogado teria sofrido uma abordagem violenta, culminando em agressões por parte de PMs, conforme relatos apresentados ao órgão. Para este caso, a Polícia Militar também determinou a instauração de um procedimento administrativo para a devida apuração.

Recomendações do MPPI e posicionamento da PM

O promotor de Justiça Assuero Stevenson, em recomendação formal, não apenas solicitou a instauração de Inquéritos Policiais Militares (IPM) para os casos, mas também orientou que a PM-PI elabore um novo Regulamento Disciplinar. Este novo regulamento deveria incluir as punições de detenção e prisão disciplinar, reforçando a disciplina interna da corporação.

Procurada, a Polícia Militar do Piauí reafirmou seu compromisso com a legalidade, o respeito aos direitos individuais e a transparência em suas ações. A instituição garante que as apurações serão conduzidas com isenção e imparcialidade, seguindo os princípios que regem a administração pública. A comunidade aguarda por respostas e pela garantia de que a conduta dos agentes públicos seja sempre pautada pela legalidade e pelo respeito.

Fonte: https://g1.globo.com

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