O motorista Julio Cesar Carvalho, suspeito de atropelar o policial penal Gilvan Furtado Leite e sua filha, teve sua Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa. O incidente ocorreu no dia 6 de junho de 2026, no bairro Bela Vista, zona Sul de Teresina (PI).
A decisão foi proferida pelo juiz do Núcleo de Plantão de Teresina, Muccio Miguel Meira, no dia 7 de junho. A Justiça reconheceu a prisão em flagrante, mas optou por não converter a prisão em preventiva, concedendo liberdade provisória mediante o pagamento de fiança de R$ 10 mil. Esse valor poderá ser utilizado para custear medicamentos e procedimentos médicos do policial.
Medidas Cautelares Impostas
Além da suspensão da CNH, o juiz determinou que o motorista siga outras medidas cautelares. Ele deve comparecer obrigatoriamente aos atos processuais, realizar comparecimento bimestral, não sair da cidade sem autorização judicial e cumprir recolhimento domiciliar durante a noite e em dias de folga.
Detalhes do Acidente
O policial penal Gilvan Furtado Leite, de 53 anos, e sua filha, de 20 anos, foram gravemente feridos no atropelamento. O motorista, que apresentava sinais de embriaguez, foi detido pela Polícia Militar após o acidente. A filha de Gilvan estava na garupa da moto e também sofreu ferimentos, encontrando-se internada em semi-UTI de um hospital particular.
Gilvan, que atua no Presídio Jorge Vieira em Timon (MA), e sua filha estavam retornando de um evento em uma igreja no bairro Promorar, na Zona Sul de Teresina, quando o acidente ocorreu.
Contexto e Repercussão
O caso gerou grande repercussão na comunidade local, levantando questões sobre segurança no trânsito e a responsabilidade de motoristas em situações de embriaguez. A situação de Gilvan e sua filha mobilizou a população e gerou protestos em busca de justiça.
As autoridades continuam a investigar o caso, e a expectativa é de que medidas mais rigorosas sejam implementadas para evitar acidentes semelhantes no futuro.
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