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Motorista suspeito de atropelar vigilante na BR-343 se apresenta à polícia em Teresina

O motorista João Henrique Campelo de Carvalho, suspeito de atropelar e matar o vigilante Luciano de Sousa Carvalho, apresentou-se à polícia nesta segunda-feira (9), dois dias após o acidente. A ocorrência, que resultou na morte do trabalhador, chocou a Zona Leste de Teresina e mobiliza as autoridades em busca de esclarecimentos. A informação foi confirmada […]

G1

O motorista João Henrique Campelo de Carvalho, suspeito de atropelar e matar o vigilante Luciano de Sousa Carvalho, apresentou-se à polícia nesta segunda-feira (9), dois dias após o acidente. A ocorrência, que resultou na morte do trabalhador, chocou a Zona Leste de Teresina e mobiliza as autoridades em busca de esclarecimentos.

A informação foi confirmada pela Polícia Civil do Piauí. O delegado Carlos César, da Delegacia de Repressão aos Crimes de Trânsito (DRCT), detalhou: “Ele se apresentou sim, confirmou ter sido o motorista causador do acidente. Mas estamos em diligências em busca de outras provas e detalhes”.

Detalhes do Acidente e Vítima

O atropelamento fatal foi registrado por uma câmera de segurança na BR-343, em frente ao condomínio Mirante do Lago, na Zona Leste da capital. Este é o mesmo trecho onde, na terça-feira (3), o médico Edilson Carvalho de Sousa Júnior, de 55 anos, também perdeu a vida em um acidente.

Relatos iniciais da PRF apontavam uma possível manobra de mudança de faixa como causa presumível. No entanto, as imagens mostram claramente que Luciano e o motorista já se encontravam na mesma faixa antes da colisão. O impacto foi tão violento que o vigilante foi arremessado da motocicleta e morreu no próprio local, enquanto o veículo pegou fogo após a batida.

Impacto na Família e Sepultamento

Luciano de Sousa Carvalho, que trabalhava em uma empresa privada de segurança, estava a caminho do trabalho quando foi atropelado. Ele deixa a esposa e duas filhas, em luto profundo pela perda. O corpo do vigilante foi velado na Igreja Batista do bairro Renascença, na Zona Sudeste da capital. O sepultamento estava previsto para a manhã de domingo (8). O Departamento de Polícia Científica (Depoc) confirmou que o corpo passou por necropsia antes de ser liberado à família.

Emiliana Carvalho, sobrinha da vítima, descreveu a força do impacto que causou a tragédia: “A gente foi no pátio da PRF para dar uma olhada no carro e na moto. O impacto foi tão grande que a roda dianteira do carro arrancou, eixo, com tudo. E a moto foi perda total, pegou fogo.”

A Polícia Civil continua as diligências para apurar todos os detalhes do acidente e reunir as provas necessárias para o andamento do inquérito.

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Fonte: https://g1.globo.com

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