A morte de Giane Alves, aos 32 anos, trouxe à tona a história de uma mulher que saiu do interior da Bahia para conquistar as passarelas internacionais. A modelo faleceu na sexta-feira (2), em Condeúba, após sofrer um infarto agudo do miocárdio durante uma consulta de rotina com seu filho caçula, Felipe, que tinha apenas 45 dias.
Início humilde e descoberta inesperada
Natural do distrito de Alegre, Giane Alves trabalhou como frentista em um posto de gasolina em São Paulo antes de ser descoberta por uma olheira de uma agência de modelos. Em uma entrevista de 2015, a jovem revelou que não tinha planos de se tornar modelo, mas a abordagem inesperada mudou sua trajetória.
Carreira internacional e conquistas
Após iniciar sua carreira, Giane desfilou em importantes eventos como a São Paulo Fashion Week e trabalhou em cidades como Milão, Nova York e Londres. Em 2016, foi capa da L’Officiel Brasil e participou de editoriais para a Vogue Itália, além de ter trabalhos publicados em revistas como Stella Magazine e Madame Germany.
Retorno às raízes e foco na família
Após anos de intensa rotina internacional, Giane decidiu retornar ao interior da Bahia para viver ao lado de sua família. Essa mudança foi motivada pelo desejo de ter uma vida mais tranquila e dedicar-se aos filhos, conforme contou Miguel Crispim, seu agente e amigo. Giane estava em busca de um estilo de vida mais saudável e equilibrado.
Um legado de amor e dedicação
Giane Alves deixa um legado de profissionalismo e amor à família. Segundo Crispim, ela era uma modelo exemplar e conseguiu proporcionar uma boa condição financeira à sua família através de sua carreira. A modelo não apresentava sinais de problemas cardíacos e mantinha hábitos saudáveis, o que deixou amigos e familiares em choque com sua morte repentina.
O corpo de Giane foi sepultado no sábado (3), no Cemitério Municipal do distrito de Alegre, onde nasceu. Sua história é um lembrete da fragilidade da vida e da importância de valorizar cada momento ao lado de quem se ama.
Fonte: noticiasaominuto.com.br