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Amado Batista é condenado a indenizar família por morte de criança em sua fazenda

justiça - Amado Batista é condenado a pagar R$ 453 mil e pensão por morte de criança em sua fazenda.
Amado Batista é condenado a indenizar família por morte de criança em sua fazenda

A Justiça de Goiás condenou o cantor Amado Batista a pagar uma indenização de R$ 453.880 aos pais de uma criança de três anos que morreu afogada em uma piscina de sua fazenda, em Goianápolis, em maio de 2022. Além do valor, a sentença determina o pagamento de uma pensão mensal para a família.

justiça: cenário e impactos

Detalhes do Acidente

O trágico incidente ocorreu enquanto os pais da criança, que trabalhavam como caseiros na propriedade, estavam ocupados. A mãe estava em um evento na fazenda, e o pai realizava serviços no curral. A criança ficou sozinha por alguns minutos e acabou caindo na piscina.

Responsabilidades Atribuídas

A decisão do juiz Leonardo de Camargos Martins, publicada em 15 de junho, atribui 70% da responsabilidade ao cantor e 30% aos pais. O magistrado destacou que, embora os pais tivessem o dever de supervisionar o filho, o proprietário da fazenda também deveria garantir a segurança em uma área residencial.

Segurança da Propriedade

Os pais alegaram que a piscina não possuía grades ou barreiras de proteção e que haviam solicitado melhorias na segurança do local. A defesa de Amado Batista, por sua vez, negou ter recebido tais pedidos e argumentou que a tragédia foi resultado da falta de vigilância dos responsáveis pela criança.

Indenização e Pensão

A indenização será dividida igualmente entre o pai e a mãe. A pensão mensal será calculada com base em 70% do salário mínimo vigente, começando quando a criança completaria 14 anos e se estendendo até os 25 anos. Após esse período, o valor será reduzido e continuará sendo pago até a expectativa de vida da criança ou até a morte dos pais.

Recurso da Defesa

A defesa de Amado Batista manifestou respeito pela dor da família, mas anunciou a intenção de recorrer da decisão, contestando a alegação de culpa concorrente dos pais e a falta de provas sobre os pedidos de segurança na piscina.

O caso levanta questões importantes sobre a responsabilidade em propriedades que abrigam funcionários e suas famílias, especialmente em relação à segurança de crianças.

Fonte: noticiasaominuto.com.br

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