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Homem invade casa de ex e ameaça vítima de morte em Landri Sales

Agressão e ameaça: detalhes do caso em Landri Sales Um grave episódio de violência doméstica e ameaça de morte abalou a tranquilidade de Landri Sales, no Piauí, na manhã do dia 1º de janeiro de 2026. A vítima, Dhemilly Monteiro Santiago, teve sua casa invadida pelo ex-companheiro, que a agrediu violentamente, junto a um rapaz […]

arquivo pessoal

Agressão e ameaça: detalhes do caso em Landri Sales

Um grave episódio de violência doméstica e ameaça de morte abalou a tranquilidade de Landri Sales, no Piauí, na manhã do dia 1º de janeiro de 2026. A vítima, Dhemilly Monteiro Santiago, teve sua casa invadida pelo ex-companheiro, que a agrediu violentamente, junto a um rapaz que a acompanhava no momento. O caso, que ganhou repercussão neste sábado (3), expõe a persistência de um ciclo de violência já conhecido pelas autoridades locais na região de Landri Sales.

Segundo o relato de Dhemilly, a invasão ocorreu de forma abrupta e inesperada, com o agressor entrando na residência pela janela da sala. Em seguida, ele desferiu chutes e socos contra as duas vítimas, em um ataque de fúria. A brutalidade das agressões só foi interrompida quando Dhemilly, em um ato de desespero e coragem, conseguiu pegar seu celular e começou a gravar a situação, o que fez o agressor recuar da violência física.

Além da agressão física, Dhemilly relatou à TV Clube ter sido ameaçada de morte pelo ex-companheiro, que é pai de sua filha. A vítima informou que o relacionamento entre eles já havia terminado em 2025, justamente após um episódio anterior de agressão. Na ocasião, Dhemilly já havia registrado um boletim de ocorrência contra ele, evidenciando que este não é um incidente isolado, mas sim parte de um padrão de comportamento violento.

Em entrevista a um portal de notícias, Dhemilly expressou o terror vivido e o impacto emocional do ocorrido: "Algo inesperado e um pânico muito grande. É um caso muito complicado e revoltante", desabafou, refletindo o medo e a indignação diante da invasão e da violência sofrida em sua própria casa, um local que deveria ser seguro.

Diante da nova agressão e das ameaças, Dhemilly Monteiro Santiago agiu prontamente, registrando novamente um boletim de ocorrência junto às autoridades. Em busca de proteção e segurança para si e para sua família, ela também solicitou uma medida protetiva de urgência contra o agressor, esperando que a justiça possa garantir sua integridade e impedir novas investidas violentas. O caso segue sob investigação.

Histórico de violência e busca por medida protetiva

A agressão sofrida por Dhemilly Monteiro Santiago em Landri Sales, no dia 1º de janeiro, é parte de um histórico preocupante de violência por parte de seu ex-companheiro. Segundo o relato da vítima, a relação já havia terminado em 2025, precisamente após agressões anteriores. Naquela época, Dhemilly registrou um Boletim de Ocorrência, um passo inicial na busca por segurança que, infelizmente, não impediu a continuidade do comportamento agressivo. A reincidência demonstra a escalada de um padrão perigoso e a urgente necessidade de proteção.

Na manhã do dia 1º de janeiro, o ex-companheiro, pai de sua filha, invadiu a residência de Dhemilly pela janela da sala. Em um ato de extrema violência, ele a agrediu com chutes e socos, estendendo os ataques a um rapaz que estava na casa. O pânico da vítima era palpável, e as agressões só cessaram quando ela conseguiu pegar o celular e gravar a situação. Durante a invasão, Dhemilly ainda foi ameaçada de morte, elevando a gravidade do cenário e reforçando o temor por sua vida diante da clara demonstração de periculosidade.

Diante da nova investida e da ameaça explícita, Dhemilly agiu prontamente, registrando outro Boletim de Ocorrência. Crucialmente, ela solicitou de imediato uma medida protetiva de urgência contra o agressor. Este recurso legal, amparado pela Lei Maria da Penha, visa coibir novas aproximações e garantir a integridade física e psicológica da vítima. A medida proíbe o agressor de se aproximar da mulher, seus familiares e testemunhas, além de impor limites de distância e de contato, configurando uma ferramenta vital para romper o ciclo de intimidação e medo.

O episódio em Landri Sales encontra paralelo em outras denúncias recentes no Piauí, como a tentativa de feminicídio sofrida pela Secretária de Saúde de Francisco Ayres, Meiry Nunes, na mesma data. Meiry relatou ter sido agredida por seu ex-companheiro, que não aceitava o término e também invadiu sua casa. A similaridade nos casos – invasões residenciais por ex-parceiros que não aceitam o fim do relacionamento, seguidas de agressões e ameaças – sublinha um padrão alarmante de violência doméstica e de gênero na região, realçando a indispensabilidade das medidas protetivas para a defesa das mulheres.

A busca por uma medida protetiva, neste cenário, representa um ato de autodefesa e um pedido de intervenção do Estado para garantir a paz e a segurança de Dhemilly e de sua filha. É um passo corajoso que reforça o direito de toda mulher a uma vida livre de violência. As autoridades agora enfrentam o desafio de assegurar a efetividade dessa proteção, monitorando o cumprimento das determinações legais para que este histórico de violência, já marcado por reincidências, não resulte em novas tragédias.

Secretária de Saúde denuncia tentativa de feminicídio em Francisco Ayres

A cidade de Francisco Ayres foi palco de um grave episódio de violência doméstica que chocou a comunidade local. Meiry Nunes, Secretária Municipal de Saúde, denunciou neste sábado (3) uma brutal tentativa de feminicídio, cujo autor seria seu ex-companheiro. O crime, ocorrido na última quinta-feira (1º), na residência da secretária, deixou a vítima e seu atual namorado feridos, em um cenário de horror e desespero, levantando preocupações sobre a segurança das mulheres na região.

De acordo com Meiry Nunes, o ex-companheiro, que não aceitava o término do relacionamento, invadiu sua casa pulando o muro da propriedade. A agressão, que se desenrolou de forma violenta, atingiu não apenas a secretária, mas também seu atual namorado, que estava presente no momento da invasão. Relatos preliminares indicam que a fúria do agressor era motivada pela recusa em aceitar o fim da relação, culminando em um ataque premeditado.

O impacto da agressão foi visível e chocante. Vídeos e fotografias divulgados pela própria vítima nas redes sociais mostram o interior da residência com marcas de sangue espalhadas por diversos cômodos, evidenciando a intensidade da violência. Meiry Nunes precisou de atendimento médico urgente e exibe pontos cirúrgicos na cabeça e em outras partes do corpo, decorrentes das severas lesões sofridas. As imagens servem como um doloroso testemunho da brutalidade do ataque.

Diante da gravidade dos fatos, a Secretária de Saúde agiu prontamente, registrando um boletim de ocorrência detalhado e solicitando, com urgência, uma medida protetiva contra o agressor. A medida visa garantir sua segurança e a de seus familiares, impedindo qualquer nova aproximação do ex-companheiro e buscando coibir futuras ameaças. O caso ressalta a importância de denunciar a violência doméstica e buscar apoio das autoridades para coibir tais atos.

A tentativa de feminicídio contra Meiry Nunes é um alerta contundente para a persistência da violência contra a mulher na região e a necessidade de fortalecer as redes de proteção às vítimas. A Secretaria de Saúde, que deveria ser um local de cuidado e amparo para a população, agora tem sua própria gestora como vítima de um crime bárbaro, clamando por justiça e segurança para si e para todas as mulheres que, silenciosamente ou não, enfrentam situações semelhantes.

Imagens chocantes e desdobramentos da denúncia

A situação vivida por Dhemilly Monteiro Santiago em Landri Sales, Piauí, na virada do ano, é marcada por detalhes chocantes que vieram à tona após a denúncia de uma invasão domiciliar e agressão. A vítima, atacada pelo ex-companheiro em sua própria casa, utilizou seu aparelho celular para gravar os momentos de pânico, uma atitude desesperada que serviu para estancar a violência e, agora, como prova fundamental para as autoridades. Essas imagens, ainda que não detalhadas publicamente, representam a crudez da violência sofrida e o terror de uma ameaça de morte.

Na manhã do dia 1º de janeiro, o agressor invadiu a residência de Dhemilly pela janela da sala. Não satisfeito em agredi-la com chutes e socos, ele estendeu a violência a um acompanhante que estava no local. A narrativa de Dhemilly descreve um cenário de terror, onde a única saída encontrada para cessar as agressões foi registrar o ocorrido. O gesto de pegar o celular e gravar não apenas documentou o ataque, mas forçou o agressor a parar, destacando a gravidade e o risco iminente que ela enfrentava.

Além das agressões físicas, Dhemilly relatou ter sido ameaçada de morte pelo ex-companheiro, que também é pai de sua filha. Este incidente não é isolado; a vítima já havia encerrado o relacionamento em 2025 devido a agressões anteriores, episódio que também resultou em um boletim de ocorrência na época. A reincidência da violência e a escalada das ameaças são elementos cruciais para entender a urgência e a seriedade da denúncia atual.

Em meio ao trauma, Dhemilly expressou seu desespero: “Algo inesperado e um pânico muito grande. É um caso muito complicado e revoltante”, descrevendo o impacto psicológico profundo da experiência. Diante da brutalidade e da ameaça persistente, a mulher prontamente registrou um novo boletim de ocorrência. Como desdobramento imediato da denúncia, ela solicitou uma medida protetiva de urgência, buscando amparo legal para garantir sua segurança e a de sua filha contra novas investidas do agressor.

O caso em Landri Sales ressalta a importância da denúncia e a necessidade de proteção às vítimas de violência doméstica. As imagens e o relato de Dhemilly são peças-chave para a investigação, que agora se concentra em garantir que a justiça seja feita e que o agressor responda por seus atos, impedindo que novas tragédias ocorram. A comunidade local acompanha de perto, solidarizando-se com Dhemilly e aguardando as providências cabíveis.

Fonte: https://portalclubenews.com

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