Detalhes do Incêndio de 2017 e Condenação
O histórico criminal de Marcelo Gomes de Sousa, de 47 anos, revela um incidente grave e emblemático ocorrido em 2017 em Teresina. Naquele ano, após o término de um relacionamento que perdurou por 22 anos, Marcelo foi identificado como o responsável por atear fogo na residência de sua então esposa, na capital piauiense.
Os detalhes do crime são alarmantes: o suspeito invadiu o imóvel, arrombou a grade, despejou gasolina e, em um ato de violência, iniciou o incêndio. Felizmente, a vítima e seus filhos conseguiram escapar da casa sem ferimentos e acionaram a polícia imediatamente.
A resposta das autoridades foi rápida. Marcelo foi localizado e preso na residência de um irmão, logo após o ocorrido. O caso seguiu para a justiça, resultando em sua condenação. Ele recebeu uma pena de seis anos de prisão pelo crime de incêndio criminoso.
É importante contextualizar que o mandado de prisão em aberto referente a este delito de 2017 foi novamente verificado pela polícia após a recente denúncia da atual companheira de Marcelo. A constatação da existência desse mandado em aberto foi crucial para a nova detenção do suspeito.
A Nova Denúncia e o Incêndio de 2025
A prisão de Marcelo Gomes de Sousa, de 47 anos, nesta terça-feira (5) no bairro Morros, zona Leste de Teresina, não se limita apenas ao seu histórico de crimes passados. O homem é suspeito de reincidir no grave crime de incêndio criminoso, com uma nova denúncia que reacendeu as investigações e revelou um padrão alarmante de comportamento. Marcelo já havia sido condenado em 2017 por atear fogo à residência de sua ex-esposa, e agora enfrenta acusações semelhantes envolvendo sua atual companheira, em um incidente que remonta a 2025.
A gravidade da situação veio à tona com a ação corajosa da atual companheira de Marcelo Gomes de Sousa. Foi no final de 2025 que ela procurou a Casa da Mulher Brasileira, uma instituição vital de apoio e acolhimento em Teresina, para registrar uma ocorrência impactante. Segundo o relato da vítima, o suspeito teria agido de forma violenta, ateando fogo à sua própria residência. Este ato não só reforça o histórico de Marcelo com o crime de incêndio, mas também sublinha a urgência e a necessidade de intervenção policial.
A Nova Denúncia e o Incêndio de 2025
A formalização da queixa pela atual companheira de Marcelo Gomes de Sousa desencadeou um processo investigativo rigoroso por parte das autoridades de Teresina. Ao realizar a checagem dos dados do suspeito após a nova denúncia, a equipe policial, sob a coordenação do delegado Tales Gomes, constatou que já existia um mandado de prisão em aberto contra o homem. Este mandado estava relacionado à sua condenação por incêndio criminoso em 2017, evidenciando a persistência de seu comportamento delitivo ao longo dos anos.
A descoberta do mandado em aberto, juntamente com a nova acusação de incêndio, permitiu que a Delegacia de Operações Especiais (DEOP) fosse prontamente acionada. A ação resultou na imediata detenção de Marcelo Gomes de Sousa, que foi encontrado e preso. Essa prisão é um passo fundamental para garantir a segurança da vítima e para que a justiça seja feita. Marcelo foi conduzido à Central de Flagrantes e, conforme os procedimentos legais, será encaminhado novamente ao sistema prisional para cumprir as determinações judiciais.
As investigações sobre o crime mais recente, que envolveu o incêndio na residência da atual companheira no final de 2025, continuam em andamento. A polícia busca coletar todas as provas e depoimentos necessários para esclarecer completamente as circunstâncias deste ato criminoso, garantindo que o caso seja tratado com a seriedade que merece. A comunidade de Teresina acompanha de perto os desdobramentos, esperando por respostas e pela responsabilização do suspeito diante de um histórico tão preocupante.
Mandado de Prisão em Aberto e Nova Detenção
Marcelo Gomes de Sousa, de 47 anos, foi detido na terça-feira (5), no bairro Morros, zona Leste de Teresina. A prisão do homem, suspeito de atear fogo em residências de suas companheiras, ocorreu após a constatação de um mandado de prisão em aberto, revelando um histórico preocupante de reincidência em crimes de incêndio criminoso.
A verificação do mandado de prisão em aberto foi um ponto crucial para a nova detenção. Segundo informações do delegado Tales Gomes, a equipe policial identificou a existência dessa ordem judicial durante a checagem de dados de Marcelo. Este mandado referia-se a um crime anterior de incêndio, ocorrido em 2017.
O caso de 2017 envolveu a ex-esposa de Marcelo. Após o término de um relacionamento de 22 anos, ele invadiu a residência dela em Teresina, arrombou a grade do imóvel, despejou gasolina e ateou fogo à casa. Na ocasião, a vítima e seus filhos conseguiram escapar ilesos. Marcelo foi preso logo depois e, posteriormente, condenado a seis anos de prisão pelo ato.
A nova prisão de Marcelo Gomes de Sousa foi desencadeada após a atual companheira do suspeito procurar a Casa da Mulher Brasileira, no final de 2025, para registrar uma ocorrência de que ele também havia ateado fogo na casa dela. Este novo registro fez com que as autoridades verificassem o histórico do homem, levando à descoberta e ao cumprimento do mandado de prisão já existente.
Após a detenção no bairro Morros, Marcelo Gomes de Sousa foi encaminhado à Central de Flagrantes. Ele será novamente inserido no sistema prisional, enquanto as investigações sobre o crime mais recente, envolvendo a atual companheira, continuam em andamento, conduzidas pela Delegacia Especializada em Operações Policiais (DEOP).
Investigações Continuam
A prisão de Marcelo Gomes de Sousa, de 47 anos, ocorrida nesta terça-feira (5) no bairro Morros, zona Leste de Teresina, marca um desenvolvimento significativo, mas as investigações sobre os crimes atribuídos a ele estão longe de serem concluídas. A Polícia Civil do Piauí, por meio do Distrito de Operações Policiais (DEOP), mantém as apurações ativas, especialmente no que tange ao incidente mais recente, o incêndio na residência da atual companheira do suspeito, registrado em 2025. O objetivo é aprofundar cada detalhe e consolidar o inquérito.
O impulso para a recente detenção de Marcelo Gomes de Sousa veio justamente da Casa da Mulher Brasileira, no final de 2025, quando sua atual companheira procurou a instituição para denunciar que ele havia ateado fogo na casa dela. Essa nova ocorrência foi o gatilho para as autoridades, que, ao checar os dados do homem, constataram a existência de um mandado de prisão em aberto relacionado ao crime de 2017, quando sua ex-esposa teve a casa incendiada.
Com Marcelo já conduzido à Central de Flagrantes e seu encaminhamento ao sistema prisional em curso, a equipe de investigação foca agora em reunir todas as evidências pertinentes ao caso de 2025. Isso inclui a coleta de depoimentos adicionais, a análise de possíveis vestígios no local do incêndio e a busca por qualquer elemento que possa esclarecer a dinâmica dos fatos. A intenção é compilar um dossiê robusto para apresentação à Justiça, reforçando a acusação e buscando a responsabilização plena.
O delegado Tales Gomes, responsável pelo caso, reiterou que as investigações sobre o crime mais recente continuam ativas, visando a total elucidação. A Polícia Civil sublinha seu compromisso em conduzir um processo investigativo rigoroso, que permita não só a punição pelos atos já apurados, mas também a prevenção de futuras ocorrências. A sociedade de Teresina acompanha atentamente os desdobramentos, enquanto as autoridades trabalham para garantir que a justiça seja feita e a segurança pública seja preservada.
Fonte: https://portalclubenews.com