Um homem identificado pelas iniciais E.C.F.A., foragido da Justiça e com um histórico de três condenações por tráfico de drogas, foi recapturado na quinta-feira (26) no município de Bonfim do Piauí. A prisão representa um desdobramento importante na segurança local, uma vez que o indivíduo havia rompido o regime semiaberto ao não se apresentar novamente à polícia, configurando sua condição de foragido.
Histórico Criminal Extenso
A trajetória criminal de E.C.F.A. é longa, com a primeira passagem pela polícia datando de 2013. Desde então, ele acumulou pelo menos três condenações por crimes relacionados ao tráfico de entorpecentes, uma das maiores preocupações de segurança pública na região. Sua fuga ocorreu após a progressão para o regime semiaberto, quando deveria cumprir as regras impostas pela Justiça, mas optou por não se apresentar, permanecendo em liberdade irregularmente e representando um risco à comunidade.
Resistência e Tentativa de Destruição de Provas
A operação de captura, realizada pela Polícia Civil do Piauí, foi marcada por resistência. Ao chegarem à residência do foragido para cumprir o mandado de prisão, os agentes encontraram a porta trancada e o homem se recusando a abrir. Os policiais precisaram arrombar a entrada da casa. Nesse exato momento da invasão legal, E.C.F.A. tentou quebrar o próprio celular, numa clara tentativa de apagar possíveis provas e dificultar as investigações.
Arma, Drogas e Indícios de Outros Crimes
Apesar da tentativa de ocultação, os policiais apreenderam com o suspeito três aparelhos celulares, que agora serão periciados em busca de informações relevantes para o caso. Na mesma residência, foi encontrada e confiscada uma arma de fogo e munições, o que agrava a situação do foragido. Além disso, as autoridades detectaram indícios significativos de que E.C.F.A. estaria furtando água e energia das redes de abastecimento, configurando crimes adicionais que serão investigados.
E.C.F.A. deverá ser submetido a uma audiência de custódia já nesta sexta-feira (27). Neste procedimento, a Justiça avaliará a legalidade de sua prisão e decidirá sobre a manutenção de sua custódia ou outras medidas cautelares, considerando seu histórico de fugas e condenações.