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Fisiculturista de Teresina rompe tendão em treino com 400 kg e detalha recuperação

O fisiculturista Ranieri Lopes Filho, de 31 anos, morador de Teresina, Piauí, sofreu uma grave lesão durante um treino de musculação em uma academia local. No dia 22 de janeiro, enquanto realizava o exercício leg press com uma carga de 400 quilos, Ranieri rompeu um tendão, um incidente que exigiu intervenção cirúrgica e um longo […]

G1

O fisiculturista Ranieri Lopes Filho, de 31 anos, morador de Teresina, Piauí, sofreu uma grave lesão durante um treino de musculação em uma academia local. No dia 22 de janeiro, enquanto realizava o exercício leg press com uma carga de 400 quilos, Ranieri rompeu um tendão, um incidente que exigiu intervenção cirúrgica e um longo processo de reabilitação. A inesperada lesão abalou a rotina do atleta, conhecido por sua dedicação ao esporte.

Apesar da intensidade do momento do acidente, Ranieri revelou que a dor mais severa foi experimentada no pós-operatório. A cirurgia foi realizada no dia seguinte ao ocorrido, em um hospital na capital piauiense. “A dor do pós-operatório foi pior que a do acidente, mas já passou. Hoje não tenho mais incômodo da dor da cirurgia”, afirmou o fisiculturista, aliviado com a evolução. Ele ressalta que, apesar do desconforto inicial, a recuperação tem progredido de forma satisfatória.

A rotina de um atleta e a carga de 400 kg

Ranieri, que dedica cerca de dez anos ao fisiculturismo e participou de uma competição em 2025, explicou que a carga utilizada no momento da lesão não é incomum para atletas de sua modalidade. Segundo ele, já havia realizado o mesmo exercício com a mesma carga em outras ocasiões. “Diversos atletas e até não atletas executam esse exercício com carga igual ou superior. Não é algo tão extraordinário”, contextualizou, afastando a ideia de que o peso em si foi o único fator.

A equipe médica orientou Ranieri a manter a perna totalmente estendida, sem dobrar o joelho, por um período de três semanas. Durante este tempo, ele passará por sessões de fisioterapia intensiva, que incluirão eletroestimulação e exercícios leves, visando manter a ativação muscular e acelerar a cicatrização. A previsão é que o atleta só possa retornar aos treinos no final do ano, marcando uma pausa considerável em sua jornada esportiva.

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Fonte: https://g1.globo.com

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