Filha encontra corpo após falta de contato
A Zona Norte de Teresina foi palco de uma descoberta macabra no último domingo, 4 de fevereiro, que revelou o assassinato do empresário do ramo de joias, Edvan Francisco de Moraes. O corpo de Edvan foi encontrado sem vida em sua própria residência, localizada no bairro Jacinta Andrade, após dias de uma angústia crescente por parte de sua filha. A jovem, movida pela falta de notícias do pai, tomou a iniciativa de ir até a casa, deparando-se com uma cena de crime que abalou a família e a comunidade local.
A apreensão teve início no sábado, 3 de fevereiro. Naquele dia, o empresário havia deixado a residência para cumprir compromissos, mas, diferentemente de sua rotina, não retornou para casa nem manteve contato com a filha. O silêncio prolongado e a ausência de comunicação geraram uma preocupação intensa, transformando a espera em um pressentimento sombrio que culminaria na trágica constatação de um crime brutal. As tentativas de contato sem sucesso intensificaram a aflição, levando a filha a uma busca desesperada por respostas sobre o paradeiro de Edvan.
Ao chegar à casa do pai no domingo, a filha foi confrontada com a devastadora cena. Edvan Francisco de Moraes jazia caído no sofá, sem vida. A constatação imediata foi de que a morte não fora natural; o corpo apresentava marcas evidentes de disparos de arma de fogo na região da cabeça, indicando a crueldade do ato. O choque da descoberta foi imenso, transformando a preocupação em luto e a busca em uma corrida contra o tempo para acionar as autoridades e entender o que havia acontecido.
Imediatamente após a descoberta, as forças de segurança foram acionadas. Equipes do 13º Batalhão da Polícia Militar do Piauí foram as primeiras a chegar ao local, isolando a área para preservar as evidências e iniciando os primeiros levantamentos. Logo em seguida, a Polícia Civil e a Perícia Técnica se fizeram presentes, dando início aos procedimentos investigativos. A casa do empresário, antes um lar, tornou-se um cenário de crime minuciosamente examinado em busca de pistas que pudessem levar aos responsáveis pelo assassinato.
As primeiras avaliações no local do crime revelaram detalhes importantes para a investigação. Embora as joias que estavam em posse do empresário não tivessem sido levadas, um fato curioso que levanta questionamentos sobre a motivação, a caminhonete da vítima havia sido subtraída da residência. O veículo, posteriormente, foi encontrado abandonado no bairro Pedra Mole, na Zona Leste da capital, o que sugere uma tentativa de despistar a polícia e adiciona uma camada de complexidade ao caso. A investigação agora se aprofunda para desvendar se o crime foi um latrocínio falho ou se a intenção dos criminosos era outra.
Criminosos levam caminhonete; joias são ignoradas
Ao invadir a residência do empresário Edvan Francisco de Moraes, na Zona Norte de Teresina, os criminosos focaram inicialmente em um item de grande valor: a caminhonete da vítima. O veículo, uma picape de alto padrão, foi subtraído logo após o assassinato, levando a crer que o roubo seria um dos principais motivadores do brutal crime. A ação dos assaltantes parecia seguir um padrão de latrocínio, onde a intenção de roubar culmina na morte da vítima.
Contudo, a rápida localização da caminhonete — abandonada posteriormente no bairro Pedra Mole, na Zona Leste da capital — trouxe novas camadas à investigação. O fato de o veículo ter sido descartado a uma distância relativamente curta da cena do crime levanta questões sobre se o objetivo principal era apenas a fuga ou se havia outro propósito por trás do roubo do automóvel, que não sua posse duradoura.
Um detalhe, contudo, se destaca e adiciona complexidade ao caso: as joias que estavam em posse do empresário, um homem com vasta experiência e estoque no ramo, foram ignoradas pelos criminosos. Segundo relatos de familiares, nenhum dos objetos de valor, característicos da atividade profissional de Edvan, foi levado. Essa particularidade desafia a tese de um simples latrocínio, onde a busca por bens valiosos seria o motor primário, e abre margem para outras linhas de investigação sobre a real motivação por trás do assassinato de Edvan Francisco de Moraes.
Polícia Civil investiga latrocínio na Zona Norte
A Polícia Civil do Piauí iniciou uma profunda investigação sobre o assassinato do empresário do ramo de joias, Edvan Francisco de Moraes, encontrado morto em sua residência no bairro Jacinta Andrade, Zona Norte de Teresina. O caso, ocorrido neste domingo (4), é tratado como um provável latrocínio, roubo seguido de morte, conforme as primeiras apurações que apontam para a subtração da caminhonete da vítima.
O corpo de Edvan foi descoberto por sua filha, que estranhou a ausência de contato do pai desde o sábado (3). Preocupada com a falta de retorno após compromissos, ela se dirigiu à casa do empresário, onde se deparou com a cena chocante e acionou imediatamente as autoridades.
Ao chegarem ao local, as equipes do 13º Batalhão da Polícia Militar confirmaram a morte. Edvan Francisco de Moraes estava caído no sofá, apresentando marcas de disparos de arma de fogo na região da cabeça. A violência do crime chocou os moradores da região e levantou um alerta sobre a segurança.
Um dos pontos cruciais que fortalece a hipótese de latrocínio é o roubo da caminhonete do empresário. O veículo foi subtraído durante a ação criminosa e, horas depois, foi localizado abandonado no bairro Pedra Mole, na Zona Leste da capital. A recuperação do automóvel é uma peça importante para a investigação, podendo fornecer pistas sobre os responsáveis e a dinâmica do crime.
Curiosamente, familiares relataram às autoridades que as joias que estavam em posse do empresário não foram levadas pelos criminosos. Este fato adiciona uma camada de complexidade à investigação, embora não descarte a motivação de roubo, já que outros bens, como o veículo, foram subtraídos. A Polícia Civil trabalha com diversas linhas, mas o foco principal recai sobre o latrocínio, dada a brutalidade e a subtração de patrimônio.
Equipes da perícia técnica e da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) estiveram nos locais do crime e da recuperação do veículo, coletando evidências que possam levar à identificação e prisão dos envolvidos. A Polícia Civil reitera seu compromisso em esclarecer o caso e levar os responsáveis à justiça, garantindo a segurança da comunidade de Teresina.
Fonte: https://g1.globo.com