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Empresa destrói robô humanoide no palco para provar sua autenticidade

A XPeng surpreendeu o público durante o XPENG AI Day 2025 ao demonstrar, de maneira inusitada, a autenticidade de seu robô humanoide IRON. O lançamento do robô havia gerado debates e até suspeitas de que se tratava de uma pessoa fantasiada, dada a impressionante semelhança com um humano. Para dissipar as dúvidas de vez, He […]

Engenheiros da XPeng abrem o robô IRON ao vivo durante conferência da empresa. (Imagem: Reprodu...

A XPeng surpreendeu o público durante o XPENG AI Day 2025 ao demonstrar, de maneira inusitada, a autenticidade de seu robô humanoide IRON. O lançamento do robô havia gerado debates e até suspeitas de que se tratava de uma pessoa fantasiada, dada a impressionante semelhança com um humano.

Para dissipar as dúvidas de vez, He Xiaopeng, fundador da empresa, convidou engenheiros ao palco para uma intervenção drástica: cortar a “pele” de fibra do IRON ao vivo. A ação expôs a complexa estrutura mecânica interna do robô, silenciando as especulações e viralizando nas redes sociais.

O IRON é equipado com 82 pontos de articulação e capaz de realizar 3 trilhões de operações por segundo. O design do robô, que inclui “ossos, músculos e pele”, além de juntas que imitam a biomecânica humana, busca aproximar a máquina da forma e função do corpo humano.

Apesar do realismo, o IRON, assim como outros robôs humanoides disponíveis, ainda possui funções limitadas. A XPeng planeja inicialmente utilizar o IRON como vendedor em lojas, justificando a decisão pelos custos de manutenção da máquina.

As especificações técnicas do robô Xpeng IRON incluem baterias de estado sólido, que proporcionam maior leveza e segurança. Além disso, o IRON conta com 3 chips Turing de IA, oferecendo poder computacional de até 3000 trilhões de operações por segundo (TOPS), movimentos suaves e flexíveis, e a possibilidade de personalização para diferentes formatos e tipos de corpo.

Apesar do otimismo em relação ao futuro dos robôs humanoides, com a expectativa de que se tornem um mercado importante, especialistas apontam que as máquinas ainda precisam evoluir em suas capacidades para justificar uma adoção em larga escala. No momento, os robôs humanoides se assemelham mais a demonstrações tecnológicas do que a substitutos de trabalhadores, e a concretização de sua utilidade depende de um extenso processo de coleta de dados, treinamento e aprimoramento da engenharia.

Fonte: www.tecmundo.com.br

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