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Tutores denunciam longa espera por cadela Amora após voo do Piauí

A viagem de volta para São Paulo se transformou em frustração para os médicos Isadora Leão e Germano Leão, naturais do Piauí. O casal, que retornava de dez dias de férias no estado, denunciou nas redes sociais a demora para receber sua cadela Amora, de cinco meses, no Aeroporto de Guarulhos, na noite de quinta-feira […]

Cadela Amora. (Foto: montagem / ClubeNews)

A viagem de volta para São Paulo se transformou em frustração para os médicos Isadora Leão e Germano Leão, naturais do Piauí. O casal, que retornava de dez dias de férias no estado, denunciou nas redes sociais a demora para receber sua cadela Amora, de cinco meses, no Aeroporto de Guarulhos, na noite de quinta-feira (13). Segundo eles, a filhote permaneceu cerca de duas horas sem ser entregue, mesmo após o desembarque das malas dos passageiros.

Isadora e Germano, residentes em São Paulo, decidiram levar Amora para conhecer a família no Piauí. Conforme orientação da Latam Airlines Brasil, por ser de porte médio, a cadela viajou no porão da aeronave. Os tutores afirmam ter tomado todas as medidas exigidas, incluindo atestado veterinário, caixa de transporte rígida e o pagamento de mais de R$ 500 por trecho. Amora foi entregue à equipe da companhia às 17h30, no aeroporto de Teresina, onde o atendimento foi descrito como atencioso e rápido.

Contudo, o link de rastreamento fornecido pela empresa não funcionou durante todo o trajeto. O voo pousou em Guarulhos às 21h50. Uma hora depois, ainda sem notícias de Amora, o casal foi informado por funcionários de que animais são os últimos a serem liberados, informação que os surpreendeu e gerou indignação. “Quer dizer que uma mala tem mais prioridade que um ser vivo?”, questionaram os tutores, relatando uma sensação de descaso e o recebimento de grosserias por parte de um funcionário.

A resposta concreta só veio após seis idas ao balcão de atendimento, quando Isadora soube que Amora havia sido retirada do porão por volta das 23h, quase duas horas após o pouso. A entrega, realizada por dois funcionários por uma porta lateral próxima às esteiras de bagagem, chocou o casal pela falta de protocolo. “Não perguntaram quem nós éramos. Nada. Apenas deixaram a caixa e saíram”, disse Isadora. Com a caixa lacrada, eles precisaram romper o lacre com as próprias mãos. Amora foi encontrada assustada, chorando e com sede, em seu primeiro voo.

Em nota, a Latam Airlines Brasil lamentou a demora na restituição da cadela e informou que o procedimento seguiu os protocolos previstos para o transporte de animais e atendimento em solo. A companhia reforçou que o bem-estar e a saúde dos pets transportados são prioridades. O Aeroporto de Guarulhos, por sua vez, não emitiu resposta até a última atualização da empresa.

O incidente levanta um alerta sobre a necessidade de maior transparência e humanização no transporte de animais. “Até quando isso vai acontecer? Nossos animais são vidas e merecem respeito”, desabafaram os tutores, ecoando um sentimento comum entre donos de pets que dependem do transporte aéreo.

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Fonte: https://portalclubenews.com

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