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Ata do Copom detalha cautela em decisão sobre a Selic

A mais recente Ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada nesta terça-feira (24), reafirmou a postura de serenidade e cautela na condução da política monetária brasileira. O documento detalha que os próximos ajustes na taxa Selic, a taxa básica de juros do país, serão definidos gradualmente, dependendo da incorporação de novas informações sobre o […]

Sede do Banco Central, em Brasília - 17/12/2024 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)

A mais recente Ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada nesta terça-feira (24), reafirmou a postura de serenidade e cautela na condução da política monetária brasileira. O documento detalha que os próximos ajustes na taxa Selic, a taxa básica de juros do país, serão definidos gradualmente, dependendo da incorporação de novas informações sobre o complexo cenário econômico global e doméstico.

Segundo a ata, o colegiado avaliou diversas possibilidades para o ritmo de início do ciclo de calibração dos juros. A conclusão foi que, neste momento, uma redução de 0,25 ponto percentual na Selic é a medida mais adequada, levando a taxa para 14,75% ao ano. O Copom enfatiza que a magnitude e a duração desse ciclo de afrouxamento monetário serão estabelecidas progressivamente, com o tempo, garantindo a flexibilidade necessária diante de um ambiente ainda incerto.

Cenário de incertezas baliza próximos passos

A decisão de um corte mais modesto reflete um compromisso primordial com a garantia da convergência da inflação à meta. O Comitê pontua que a duração e a extensão dos conflitos geopolíticos, somados aos sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre os preços, dificultam a identificação de tendências claras. Esta cautela é crucial para a estabilidade de preços no país.

Essa postura prudente já havia sido defendida pelo colegiado na semana passada, quando decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,75% ao ano, mas em um ritmo mais lento do que o esperado por parte do mercado. Naquela ocasião, a preocupação com o conflito no Oriente Médio já era um fator relevante, e a ata divulgada nesta terça-feira (24) reforça a manutenção dessa vigilância constante sobre os fatores externos e internos que impactam a economia.

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Fonte: https://www.infomoney.com.br

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