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Jornalista Arimatéia Azevedo é encaminhado à Penitenciária de Altos

O jornalista José de Arimatéia Azevedo, de 72 anos, recebeu alta médica e foi encaminhado, neste segunda-feira (23), à Penitenciária de Altos, no Piauí. Ele deve cumprir uma pena de 17 anos e 8 meses de prisão pelos crimes de extorsão e estelionato, conforme confirmado por um familiar. A decisão marca uma nova etapa no […]

Arimateia Azevedo (Foto: colagem / Portal ClubeNews)

O jornalista José de Arimatéia Azevedo, de 72 anos, recebeu alta médica e foi encaminhado, neste segunda-feira (23), à Penitenciária de Altos, no Piauí. Ele deve cumprir uma pena de 17 anos e 8 meses de prisão pelos crimes de extorsão e estelionato, conforme confirmado por um familiar. A decisão marca uma nova etapa no caso do veterano profissional.

Desde 2022, Arimatéia Azevedo estava em prisão domiciliar, com monitoramento eletrônico, devido a problemas de saúde. No entanto, esse benefício foi revogado na última quinta-feira (19), após uma decisão judicial que determinou o cumprimento da pena em regime fechado, requerendo sua transferência para a unidade prisional.

A revogação da prisão domiciliar foi assinada pelo juiz Marcus Klinger M. de Vasconcelos. A decisão considerou um laudo do Instituto de Medicina Legal (IML), que apontou o estado de saúde do jornalista como crônico, mas sem a necessidade de tratamento de alta complexidade ou risco iminente de morte.

A defesa de Arimatéia recorreu da determinação, apresentando novos documentos médicos que indicam um agravamento do quadro clínico. Além disso, a defesa argumentou que o sistema prisional não possui a estrutura adequada para o acompanhamento de suas condições de saúde. Relatórios médicos anteriores da Penitenciária Irmão Guido e da Colônia Agrícola Major César de Oliveira já informavam que o jornalista é diagnosticado com diabetes, hipertensão, problemas cardíacos, sequelas de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs) anteriores e um aneurisma abdominal, exigindo uso contínuo de medicamentos e acompanhamento profissional.

A Diretoria da Unidade de Administração Penitenciária (DUAP) informou que as unidades prisionais do estado oferecem apenas atendimento básico de saúde, sem profissionais especializados, plantão médico noturno ou cobertura regular nos fins de semana. Um familiar expressou grande preocupação com a saúde de Arimatéia, relatando: “Ele envelheceu muito nesses seis anos desde a primeira prisão. Não come direito e desenvolveu várias comorbidades. Agora os médicos investigam uma suspeita de infecção e a possibilidade de que tenha sido um novo AVC”.

Para mais informações sobre este e outros casos de repercussão local, continue acompanhando as atualizações do Altos News.

Fonte: https://portalclubenews.com

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