A vereadora de Piripiri, Nalvinha Melo (PDT), foi presa na quarta-feira, 24 de junho de 2026, ao tentar sacar quase R$ 500 mil em uma agência bancária. A prisão ocorreu após a Polícia Federal (PF) receber informações sobre movimentações financeiras suspeitas, que estavam em desacordo com a renda declarada da parlamentar.
Investigação e Motivações
A investigação da PF foi iniciada a partir de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que indicou movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica da vereadora. Durante a operação, a polícia apreendeu o dinheiro, comprovantes bancários e um celular da parlamentar.
Fiança e Situação Atual
Após a prisão, a defesa de Nalvinha Melo, representada pela advogada Carolina Cavalcante, informou que a vereadora passou por audiência de custódia e pagou uma fiança de R$ 20 mil. Atualmente, ela aguarda a expedição do termo de soltura.
Indícios de Lavagem de Dinheiro
De acordo com a PF, as investigações apontam indícios de lavagem de dinheiro, especialmente em relação a operações realizadas por empresas vinculadas à vereadora, que estariam ligadas a contratos com a Administração Pública. A polícia destacou que a ação foi motivada por informações que sugeriam irregularidades nas movimentações financeiras.
Contexto e Repercussão
O caso gerou grande repercussão na cidade de Piripiri e levantou questionamentos sobre a transparência nas finanças públicas. A situação da vereadora será acompanhada de perto, especialmente considerando o impacto que isso pode ter em sua carreira política e na confiança da população.
O caso ainda está em andamento, e novas informações devem surgir à medida que as investigações avançam. A população aguarda por esclarecimentos sobre a origem do dinheiro e a relação da vereadora com as operações investigadas.
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