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Verônica Rocha se torna a primeira mulher rastreadora de combate do Brasil

Verônica Rocha é a primeira mulher rastreadora de combate do Brasil, destacando-se em curso nacional.
Verônica Rocha se torna a primeira mulher rastreadora de combate do Brasil

A policial militar Verônica Rocha fez história ao se tornar a primeira mulher rastreadora de combate do Brasil, ao concluir o I Curso de Rastreador de Combate do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI). A informação foi confirmada pela Polícia Militar do Piauí. Além dessa conquista inédita, Verônica se destacou ao finalizar o curso em primeiro lugar geral entre todos os participantes.

Como única mulher da turma, ela se destacou em um dos cursos mais rigorosos da área, que exige elevado preparo físico, psicológico e domínio de técnicas operacionais avançadas.

Lotada na 2ª Companhia do BEPI, Verônica demonstrou um desempenho excepcional em todas as etapas da formação, consolidando sua conquista como um marco na segurança pública do país e na valorização da presença feminina em operações especializadas.

Verônica Rocha, primeira mulher rastreadora do Brasil. (Foto: PM-PI)

Para Verônica, o resultado vai além de uma conquista individual. Ela ressalta que seu desempenho é fruto de dedicação, fé e trabalho coletivo ao longo da trajetória na corporação.

“Acredito que a verdadeira competência do rastreador não é medida por uma colocação ao final de um curso, mas pela sua atuação quando o conhecimento é colocado à prova em campo. É durante as missões, nas operações integradas e no serviço prestado à sociedade que o profissional demonstra sua capacidade técnica, seu equilíbrio emocional e sua aptidão para cumprir a missão que lhe foi confiada”, afirma a policial.

O que faz um rastreador

O Curso de Rastreador de Combate tem como objetivo preparar policiais para atuar em ambientes hostis, situações de pressão e operações que exigem elevado grau de concentração, tomada de decisão e capacidade de observação.

Equipe de policiais. (Foto: PM-PI)

Na atividade de rastreamento, o profissional é responsável por identificar vestígios, interpretar sinais deixados no terreno e conduzir patrulhas em áreas de difícil acesso, muitas vezes em cenários complexos e dinâmicos.

A turma concluiu a capacitação com a entrega de 28 novos rastreadores de combate, sendo 20 policiais da Polícia Militar do Piauí, uma da Polícia Penal do Piauí e 7 policiais de instituições militares coirmãs dos estados do Ceará, Maranhão, Bahia, Goiás e Minas Gerais.

Turma de policiais do Piauí. (Foto: PM-PI)

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