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Prefeito Silvio Mendes veta três projetos de lei da Câmara Municipal

prefeito - Silvio Mendes veta três projetos de lei da Câmara Municipal de Teresina, que aguardam análise dos vereadores.
Prefeito Silvio Mendes veta três projetos de lei da Câmara Municipal

O prefeito de Teresina, Silvio Mendes (União Brasil), vetou três propostas aprovadas pela Câmara Municipal e enviou os textos de volta ao Poder Legislativo. As propostas aguardam inclusão na pauta para discussão em plenário.

prefeito: cenário e impactos

Educação Inclusiva: veto parcial e justificativas

O primeiro projeto de lei aborda a criação do Sistema Municipal de Educação Inclusiva, estabelecendo diretrizes para a Educação Especial na rede municipal de ensino. O veto foi parcial e a proposta é de autoria dos vereadores Venâncio Cardoso (MDB), Teresinha Medeiros (MDB) e Deolindo Moura (PT).

Segundo a justificativa da Procuradoria-Geral do Município (PGM), partes do texto são consideradas inconstitucionais, apresentando “vício de iniciativa ou violação do pacto federativo e da autonomia estadual”.

Redução de filas de cirurgias: veto integral

O projeto de lei n° 311/2025, que visa promover a política municipal de redução de filas para cirurgias eletivas e exames especializados, foi vetado integralmente. Essa proposta é de autoria do vereador Carpejanne Gomes (Podemos).

A Prefeitura alegou que a proposição possui “vício de inconstitucionalidade formal por afronta aos princípios da separação dos Poderes e da reserva de administração”, além de indicar ingerência parlamentar sobre assuntos que são de competência exclusiva do Chefe do Poder Executivo.

Estatuto dos Servidores Públicos: veto total

Outro veto total foi aplicado ao projeto de lei n° 41/2026, que trata do Estatuto dos Servidores Públicos de Teresina e é de autoria do vereador Inácio Carvalho (PT).

A Prefeitura argumentou que houve “vício de natureza formal subjetiva” ao abordar o regime jurídico dos servidores. O projeto previa o parcelamento das férias dos servidores em até três etapas, com o pagamento do terço constitucional na primeira parcela.

As propostas agora retornam à Câmara Municipal, onde os vereadores poderão analisar os vetos e decidir os próximos passos.

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