O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) utilizou suas redes sociais para criticar as dívidas bilionárias que Cuba e Venezuela possuem com o Brasil. Em uma publicação feita no dia 2 de maio de 2026, ele afirmou que esses débitos têm origem nos governos do PT e os classificou como uma “parceria ideológica que virou calote bilionário”.
Histórico das Dívidas
As dívidas com Cuba e Venezuela remontam a operações realizadas durante os mandatos do Partido dos Trabalhadores. O governo atual, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, já se manifestou sobre a situação, atribuindo a responsabilidade ao ex-presidente Jair Bolsonaro, mas sem apresentar soluções concretas até o momento.
Valores e Impactos
Atualmente, a Venezuela deve mais de US$ 1,2 bilhão ao Fundo de Garantia à Exportação, com financiamentos do BNDES que incluem obras como os metrôs de Caracas e Los Teques. Já Cuba acumula uma dívida de US$ 676 milhões, principalmente relacionada ao Porto de Mariel. O Tribunal de Contas da União já apontou que as garantias oferecidas, como os charutos cubanos, são consideradas frágeis.
A Resposta do Governo
O Ministério da Fazenda informou que não há previsão para a regularização dos pagamentos e que as cobranças estão sendo feitas por meio de tratativas bilaterais e fóruns internacionais. Apesar do rombo financeiro, o governo sancionou uma nova lei que permite empréstimos do BNDES para serviços de engenharia no exterior, o que pode gerar novos riscos financeiros para o Brasil.
Implicações para o Contribuinte
Com a nova legislação, caso um país estrangeiro não efetue o pagamento, o Fundo de Garantia à Exportação cobre o prejuízo do banco, o que significa que o contribuinte brasileiro poderá arcar com os custos das dívidas não pagas.
A situação das dívidas de Cuba e Venezuela continua a ser um tema polêmico e relevante na política brasileira, refletindo as complexidades das relações internacionais e os impactos diretos na economia nacional.
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