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Flávio Bolsonaro refuta acordo para barrar CPI do caso Banco Master

Flávio Bolsonaro nega acordo para barrar CPI do Banco Master e critica resistência da oposição.
Flávio Bolsonaro refuta acordo para barrar CPI do caso Banco Master

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou, em nota divulgada nesta sexta-feira, 1º de maio de 2026, que tenha firmado qualquer acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para interromper a articulação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do caso Banco Master. A declaração surge em meio a um cenário de tensão política e resistência por parte da oposição.

Rejeição a associações políticas

A equipe do senador enfatizou que Flávio repudia as tentativas de associá-lo a qualquer entendimento político que vise barrar a CPI. “O senador Flávio Bolsonaro repudia a tentativa de associá-lo a qualquer acordo para barrar a CPMI do caso Master”, afirma a nota.

Implicações com o STF

O texto também menciona o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, destacando que não há possibilidade de alinhamento com o magistrado, cujas decisões impactaram o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. Essa menção revela a complexidade das relações entre os poderes e a influência do judiciário nas articulações políticas.

Processo de instalação da CPI

A instalação da CPI depende da leitura do requerimento em sessão conjunta do Congresso, que requer um número mínimo de assinaturas. Até o momento, não houve sinalização de convocação para discutir o tema, o que tem gerado impasses em outras votações legislativas, como a análise de vetos presidenciais.

Críticas à oposição

Na mesma nota, Flávio Bolsonaro criticou partidos de esquerda, afirmando que eles têm dificultado a investigação. “Quem tem dificultado a apuração é o Partido dos Trabalhadores, que não assinou a instalação da CPMI”, ressaltou o senador, mencionando também o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Contexto da proposta da CPI

O requerimento para a criação da CPMI foi protocolado em 3 de fevereiro por Carlos Jordy (PL-RJ), com o apoio de 281 parlamentares. A proposta visa investigar as relações entre integrantes do STF e o empresário Daniel Vorcaro. Em resposta, parlamentares da esquerda estão articulando um pedido próprio de CPI mista, focando no sistema financeiro e em possíveis conexões entre fraudes e agentes públicos.

O desenrolar dessa situação promete repercussões significativas no cenário político nacional. A expectativa é que novas movimentações ocorram nos próximos dias, à medida que a pressão por esclarecimentos aumenta.

Para mais atualizações sobre o cenário político, fique atento às nossas publicações.

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