PUBLICIDADE

Lulistas reativam slogan ‘Congresso inimigo do povo’ após rejeição de indicado ao STF

lula - Após rejeição de Jorge Messias ao STF, lulistas reativam slogan 'Congresso inimigo do povo' nas redes sociais.
Lulistas reativam slogan 'Congresso inimigo do povo' após rejeição de indicado ao STF

Após o Senado rejeitar a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), aliados do governo Lula reacenderam o slogan “Congresso inimigo do povo” nas redes sociais. A mobilização ocorreu na quinta-feira, 30, e foi impulsionada por figuras como o vereador Rick Azevedo (Psol-RJ) e o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ).

lula: cenário e impactos

Rejeição e reações

A rejeição de Messias, que recebeu 34 votos favoráveis e 42 contrários, foi vista como um revés significativo para o governo. Azevedo criticou a decisão do Senado, afirmando que o episódio demonstra uma preferência por disputas de poder em vez de abordar questões que impactam a vida das pessoas. Ele destacou a necessidade de revisar a escala 6×1, um tema controverso no debate político atual.

Críticas ao Congresso

O antropólogo Flávio Gordon também se manifestou, descrevendo a rejeição como um “inaceitável ataque ao Congresso Nacional”, ressaltando a importância da instituição na democracia. Ele pediu que a tentativa de abolição do estado de direito não ficasse impune.

Mobilização nas redes sociais

A deputada Taliria Petrone (Psol-RJ) compartilhou uma foto da votação, criticando a composição da Mesa Diretora e insinuando que ela estava dominada por “bolsonaristas”. Lindbergh Farias, em um vídeo, lembrou que o lema “Congresso inimigo do povo” surgiu durante discussões sobre a “PEC da Blindagem”, reafirmando a posição do governo em defesa dos trabalhadores e da democracia.

Contexto da indicação

Jorge Messias foi indicado por Lula há mais de cinco meses, mas enfrentou resistência da oposição e de líderes do Senado, especialmente do presidente Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A votação na Comissão de Constituição e Justiça foi marcada por tensões, e a rejeição de Messias representa o sexto caso de um indicado ao STF recusado pelo Senado desde o século XIX.

Assessores próximos a Lula atribuíram a derrota a uma articulação de Alcolumbre, que se afastou do governo após a indicação de Messias, em detrimento de seu aliado Rodrigo Pacheco (PSB-MG).

O desdobramento deste episódio pode impactar as relações entre o Executivo e o Legislativo, além de reacender debates sobre a legitimidade das decisões do Congresso.

Para mais atualizações sobre política e seus desdobramentos, fique atento às nossas publicações.

Leia mais

PUBLICIDADE