O Corpo de Bombeiros descartou a possibilidade de vazamento de gás no Centro de Ensino de Tempo Integral (CETI) Miguel Lidiano, em Picos, onde 11 alunos apresentaram mal-estar na manhã de quarta-feira (15). Apesar da exclusão dessa hipótese, as aulas permanecem suspensas por precaução, enquanto as autoridades aguardam a conclusão de um laudo técnico.
Alunos apresentam sintomas e recebem atendimento
Os estudantes, com idades entre 15 e 17 anos, relataram sintomas como tontura, dor de cabeça e formigamento ainda dentro da escola. A direção acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e parte dos alunos foi levada em ambulâncias para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município, enquanto outros chegaram por meios próprios. Todos permanecem em observação médica.
Investigação das causas do mal-estar
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que um mau cheiro intenso foi percebido no ambiente escolar, com relatos de que o odor também foi sentido nas proximidades da unidade. O Corpo de Bombeiros realizou uma vistoria técnica e concluiu que não há problemas originados no interior da escola, afastando a suspeita de vazamento de gás.
Vigilância Sanitária e outras hipóteses
A Vigilância Sanitária de Picos também esteve no local para investigar as possíveis causas do mal-estar. Segundo a coordenadora do órgão, Lúcia Neiva, nenhuma irregularidade foi identificada até o momento. Inicialmente, uma das hipóteses levantadas pelos alunos foi a passagem de um carro fumacê, utilizado na aplicação de inseticida, mas essa possibilidade foi descartada pelas equipes técnicas.
Próximos passos e segurança dos alunos
Médicos que atenderam os alunos avaliam a possibilidade de intoxicação por algum agente presente no ar, ainda não identificado. Até o momento, não há confirmação sobre a causa do ocorrido. Em nota, a Seduc afirmou que está acompanhando o caso e que a decisão sobre a retomada das aulas será tomada somente após a emissão dos laudos técnicos dos órgãos competentes, garantindo a segurança da comunidade escolar.
Os desdobramentos do caso continuam a ser monitorados pelas autoridades, que buscam assegurar a saúde e o bem-estar dos alunos envolvidos.
Fonte: portalclubenews.com