O cantor Bad Bunny incendiou o intervalo do Super Bowl LX na noite deste domingo, 8, na Califórnia, com uma apresentação memorável. O show, repleto de hits, efeitos especiais e referências marcantes à cultura latino-americana, contou ainda com a participação surpresa de Lady Gaga e Ricky Martin, e trouxe uma forte mensagem de união dos povos.
Celebração Cultural e Mensagens Poderosas
Levando um pedaço de Porto Rico ao gramado do Levi’s Stadium, em Santa Clara, Bad Bunny recriou cenas cotidianas do território centro-americano, como plantações de cana, barracas de tacos e idosos jogando dominó na praça. A apresentação foi um palco para críticas à repressão contra imigrantes, ecoando um posicionamento crescente no meio artístico americano.
Ao final, o cantor proclamou “God bless America”, emendando com os nomes de todos os países que formam o continente americano, enquanto dançarinos exibiam bandeiras das nações da região. Um telão no estádio reforçava a mensagem: “A única coisa mais poderosa do que o ódio é o amor”. A bola de futebol americano que carregava trazia a frase “Juntos, somos América”, complementada pela declaração final de Bunny: “seguimos aqui”.
Convidados de Peso e Sucessos Marcantes
Com 13 minutos de duração, o show teve a participação de grandes nomes como as cantoras Cardi B e Karol G, e o ator Pedro Pascal. Lady Gaga surpreendeu ao dar uns passos de salsa e cantar um trecho de “Die With a Smile” em ritmo latino, enquanto Ricky Martin performou “Lo que le pasó a Hawaii”, canção do álbum mais recente de Bunny.
O repertório incluiu os sucessos “Nuevayol”, “Baile Inolvidable” e o megahit “DTMF”, faixa-título do álbum DeBÍ TiRAR MáS FOToS, vencedor do Grammy de Álbum do Ano de 2025. A coreografia mesclou reggaeton com ritmos latinos tradicionais, como a salsa, cativando o público presente e milhões de espectadores.
Apesar do sucesso e da mensagem de união, a apresentação não passou sem críticas. Logo após o show, Donald Trump utilizou suas redes sociais para classificar a performance do porto-riquenho como “horrível”, gerando debate sobre a liberdade de expressão artística em grandes eventos.
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Fonte: https://www.infomoney.com.br