A madrugada de sábado (24) em Teresina foi palco de um incidente chocante na Zona Norte da capital: o velório de Adão Rodrigues dos Santos Júnior, de 27 anos, foi invadido por criminosos que atiraram contra o corpo e atearam fogo no caixão. A Polícia Civil revelou que Adão era investigado por múltiplos homicídios, adicionando uma camada complexa ao violento ataque que consternou o bairro Água Mineral.
Segundo informações do delegado Genival Vilela, do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), o jovem já era conhecido da polícia e havia sido investigado em pelo menos dois casos de homicídio há algum tempo. “Ele já era conhecido pelo DHPP, foi investigado há algum tempo em dois ou três casos”, afirmou Vilela.
Ataque violento e investigação em curso
O ataque ocorreu quando dois homens encapuzados invadiram a residência onde o corpo de Adão era velado. Eles ordenaram que os familiares deixassem o local, em seguida, dispararam diversas vezes contra o cadáver e atearam fogo ao caixão. Após a ação, a dupla fugiu, e até o momento, não foi localizada.
A investigação sobre a invasão do velório e o incêndio do caixão será conduzida pelo Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), dada a natureza do crime. Peritos estiveram no local para realizar os procedimentos necessários.
Histórico e causa da morte
A Polícia Militar informou que Adão Rodrigues integrava uma facção criminosa e havia se mudado para o Maranhão após receber ameaças de um grupo rival. No estado vizinho, ele foi diagnosticado com uma doença autoimune. O jovem foi hospitalizado devido a complicações de saúde e não resistiu, vindo a falecer na tarde de sexta-feira (23). Seu sepultamento está previsto para a tarde deste sábado.
O caso continua sob apuração, e a comunidade local aguarda por respostas sobre a autoria e motivação por trás deste ato de extrema violência.
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Fonte: https://g1.globo.com