O Governo do Piauí tem intensificado o uso de Parcerias Público-Privadas (PPPs) como motor para modernizar equipamentos, expandir investimentos e diminuir custos de manutenção. Essa estratégia já movimenta mais de R$ 1,1 bilhão em investimentos no estado, abrangendo setores cruciais como mobilidade urbana, turismo, abastecimento, eventos, meio ambiente e serviços públicos essenciais.
Novos projetos impulsionam o desenvolvimento
Diversos empreendimentos estão em fase avançada de estruturação ou licitação. O Parque de Exposição Dirceu Arcoverde, por exemplo, tem previsão de contrato finalizado em fevereiro de 2026, com investimentos estimados em R$ 37,5 milhões. O Hotel Pedro II segue o mesmo rumo, com expectativa para este mês de janeiro de 2026 e aporte de R$ 7,5 milhões. Ambos preveem o início dos investimentos para o segundo semestre de 2026, com conclusão em até dois anos.
Outro avanço é o Mercado Rodoviário Sul Engenheiro Severo Maria Eulálio Filho, que aguarda o lançamento do edital. A previsão é que esta etapa seja concluída em janeiro de 2026, com investimentos começando no primeiro semestre do mesmo ano. Samuel Pontes do Nascimento, secretário da Administração (Sead), ressalta a importância dessas iniciativas: “As parcerias público-privadas são cruciais para expandir a capacidade de investimento do Estado, modernizando equipamentos e melhorando serviços sem sobrecarregar o orçamento, gerando eficiência e desenvolvimento para o Piauí.”
Projetos como o Parque Potycabana, com licitação aberta e conclusão prevista para fevereiro de 2026, receberão cerca de R$ 8,4 milhões, com obras no segundo semestre de 2026. O Hotel Corrente, em fase de estruturação, projeta R$ 2,2 milhões em investimentos e início das intervenções no primeiro semestre de 2027, com execução em um ano.
Economia e geração de empregos
Além dos futuros projetos, as PPPs em operação já trazem resultados expressivos em economia. A Nova Ceasa, os Terminais Rodoviários e o Bioparque Zoobotânico, antes da concessão, geravam uma despesa anual de R$ 12,24 milhões. Com as PPPs, a economia total estimada até 2025 alcança R$ 84,42 milhões. A Nova Ceasa, com contrato desde março de 2017, economizou R$ 32,06 milhões até 2025. Os Terminais Rodoviários, desde dezembro de 2015, R$ 32,37 milhões. Já o Bioparque Zoobotânico, com contrato de dezembro de 2021, gerou R$ 19,98 milhões em economia.
O impacto vai além da economia direta. Os projetos já contratados somam mais de R$ 14,15 bilhões em valor contratual. Somente até 2024, os investimentos realizados ultrapassam R$ 1,47 bilhão, com uma projeção adicional de R$ 1,19 bilhão para 2025. Esses empreendimentos criaram mais de 14 mil empregos diretos e indiretos, número que deve crescer com a entrada de novas operações.
Projeção para o futuro
Entre os projetos de grande porte em destaque estão o saneamento da Microrregião de Água e Esgoto de Teresina (MRAE), a Transcerrados, o Centro de Convenções de Teresina, o Hotel Serra da Capivara e o Aeroporto de Parnaíba. A política de PPPs do governo estadual visa ampliar investimentos, modernizar a infraestrutura e melhorar os serviços públicos, sem sobrecarregar o orçamento. A expectativa é que novas concessões avancem ao longo de 2026, consolidando as PPPs como ferramenta estratégica para o desenvolvimento econômico do Piauí.
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Fonte: https://g1.globo.com