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Gás de cozinha encarece em Teresina e preço pode subir R$ 5 por botijão

Entenda os motivos do aumento Os teresinenses já sentem o peso do aumento no preço do gás de cozinha, que pode encarecer em até R$ 5 por botijão. A medida, que começou a valer a partir do dia 2 de fevereiro, elevou o preço médio para R$ 125,00 na capital piauiense. Mas, afinal, quais são […]

(Foto: Marcello Casal Júnior/ Agência Brasil)

Entenda os motivos do aumento

Os teresinenses já sentem o peso do aumento no preço do gás de cozinha, que pode encarecer em até R$ 5 por botijão. A medida, que começou a valer a partir do dia 2 de fevereiro, elevou o preço médio para R$ 125,00 na capital piauiense. Mas, afinal, quais são os <strong>motivos do aumento</strong> que pesam no bolso do consumidor?

Segundo Tiago Pereira, presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás no Piauí, o reajuste já era esperado desde o ano passado. Apenas um dos impactos diretos vem do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que adiciona cerca de R$ 1 por botijão no valor final do produto.

Além da carga tributária, outros fatores operacionais contribuem significativamente para a elevação dos custos. A atualização do salário mínimo, por exemplo, gera um impacto de pouco mais de 7% na folha de pagamento das distribuidoras e pontos de venda, despesa que precisa ser repassada.

Outro ponto crucial são os reajustes nos preços do diesel e da gasolina. Estes combustíveis influenciam diretamente o custo do transporte do gás, desde as distribuidoras até os pontos de venda em Teresina, refletindo-se no valor final pago por quem usa o botijão em casa ou no comércio.

A soma desses fatores – ICMS, reajuste do salário mínimo e aumento dos combustíveis – leva à estimativa do sindicato de que o repasse total ao consumidor em Teresina alcance aproximadamente R$ 5 por botijão. Tiago Pereira ressalta que, embora o preço do gás seja livre e não tabelado, a margem de lucro apertada impede que os revendedores absorvam esses custos.

“Algumas empresas ainda conseguem segurar o aumento por um curto período, mas é quase impossível não repassar, porque as margens são muito apertadas”, explicou o presidente do sindicato. Assim, apesar de alguns estabelecimentos ainda manterem os preços antigos, devido a estoques adquiridos antes do reajuste, a expectativa é que, ao longo desta semana, a maioria dos revendedores da capital adote o novo valor de forma gradual.

Reajuste já estava previsto, diz sindicato

O preço do gás de cozinha em Teresina já começou a pesar mais no bolso do consumidor. O reajuste, que pode chegar a R$ 5 por botijão, teve início a partir do dia 2 de fevereiro, elevando o valor médio para cerca de R$ 125,00 na capital piauiense. A notícia do aumento, contudo, já era esperada pelo setor.

Segundo Tiago Pereira, presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás no Piauí, essa escalada de preços já estava prevista desde o ano passado. Ele detalha que diversos fatores contribuem para a elevação dos custos, impactando diretamente o preço final para quem compra.

Entre as principais causas, Pereira destaca o ICMS, que sozinho representa um acréscimo de aproximadamente R$ 1 por botijão. Além disso, o aumento do salário mínimo, com impacto de pouco mais de 7% na folha de pagamento das empresas, e os constantes reajustes nos preços do diesel e da gasolina, que encarecem o transporte do produto até os pontos de venda, também são determinantes para o cenário atual.

Com essa soma de fatores, a estimativa do sindicato é que o repasse total ao consumidor chegue a cerca de R$ 5 em Teresina. Apesar do novo cenário, o presidente ressalta que ainda é possível encontrar locais vendendo o botijão pelo preço antigo, graças a estoques comprados antes do reajuste. "O preço do gás é livre, não é tabelado. Algumas empresas ainda conseguem segurar o aumento por um curto período, mas é quase impossível não repassar, porque as margens são muito apertadas", pontuou Pereira, explicando a dinâmica do mercado.

A expectativa é que, ao longo desta semana, a maioria dos revendedores da capital já tenha adotado o novo valor, com o reajuste se consolidando de forma gradual em diversos estabelecimentos, até que o preço médio de R$ 125,00 seja a nova realidade em Teresina.

Preço livre e margens apertadas impulsionam alta

O gás de cozinha em Teresina está em um ciclo de encarecimento, impulsionado diretamente pela dinâmica de um mercado de preço livre e pelas margens de lucro cada vez mais apertadas dos revendedores. A alta, que começou a valer a partir do dia 2 de fevereiro, já projeta um aumento de até R$ 5 por botijão para o consumidor piauiense. O preço médio atual de R$ 125,00 deve ser revisto em muitos estabelecimentos na capital.

A liberdade de precificação, sem tabelamento, é um dos pilares dessa elevação. Segundo Tiago Pereira, presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás no Piauí, embora a autonomia permita que as empresas estabeleçam seus valores, a realidade das operações inviabiliza a manutenção dos preços antigos. “O preço do gás é livre, não é tabelado. Algumas empresas ainda conseguem segurar o aumento por um curto período, mas é quase impossível não repassar, porque as margens são muito apertadas”, explicou Pereira.

Essa pressão sobre as margens não é isolada. Diversos fatores contribuem para a necessidade de repasse. Entre eles, o impacto direto do ICMS, que representa cerca de R$ 1 a mais por botijão. Além disso, o reajuste do salário mínimo, que gera um impacto de pouco mais de 7% na folha de pagamento das distribuidoras, e os constantes aumentos nos preços do diesel e da gasolina, que elevam substancialmente o custo do transporte do produto até os pontos de venda em Teresina, somam-se a essa equação.

Com a conjugação desses elementos, a estimativa do sindicato é que o consumidor da capital sinta um repasse final que se aproxima dos R$ 5. Apesar da previsão, ainda é possível encontrar revendedores que praticam os valores anteriores, especialmente aqueles que possuem estoques adquiridos antes da efetivação dos reajustes.

No entanto, a expectativa é que, ao longo desta semana, a maioria dos estabelecimentos na capital adote o novo patamar de preços. O reajuste, que tem se mostrado gradual em alguns locais, consolida a tendência de alta impulsionada pela rigidez dos custos operacionais e pela natureza do mercado de gás de cozinha, onde as pequenas margens de lucro dos revendedores não permitem absorver os aumentos sem impactar o bolso do teresinense.

Novos valores serão adotados gradualmente na capital

O preço do gás de cozinha em Teresina começou a subir, impactando o orçamento das famílias da capital. Com um reajuste que pode chegar a até R$ 5 por botijão para o consumidor final, o aumento passou a valer a partir do dia 2 de fevereiro. No entanto, a elevação dos valores não se deu de forma homogênea e imediata em todos os pontos de venda, marcando um período de transição gradual na capital piauiense.

Essa adoção progressiva dos novos preços é uma característica do mercado de gás. Tiago Pereira, presidente do Sindicato dos Revendedores de Gás no Piauí, esclareceu que o reajuste já vinha sendo previsto desde o ano passado, dando certa margem para que os revendedores se preparassem. Ele reforçou que "o preço do gás é livre, não é tabelado", o que permite que algumas empresas ainda consigam manter os valores antigos por um curto período. Isso ocorre porque esses estabelecimentos trabalham com estoques que foram adquiridos antes da entrada em vigor dos novos custos, gerando uma janela de oportunidade para os consumidores mais atentos que buscam pelos últimos botijões com o preço anterior.

Contudo, essa diferença de preços é temporária. A estimativa do sindicato é que o repasse integral ao consumidor, chegando aos cerca de R$ 5 adicionais, seja inevitável. As margens de lucro dos revendedores são consideradas muito apertadas, impossibilitando que a maioria absorva os custos adicionais por muito tempo. O impacto financeiro vem de diversas frentes: apenas o ICMS representa cerca de R$ 1 a mais por botijão. Soma-se a isso o aumento do salário mínimo, que elevou a folha de pagamento em pouco mais de 7%, e os constantes reajustes nos preços do diesel e da gasolina, que encarecem significativamente o transporte do produto até os pontos de venda em Teresina.

Com essa pressão de custos, a expectativa é que a maioria dos revendedores de gás de Teresina adote os novos valores ao longo desta semana. O consumidor, que antes encontrava um botijão custando em média R$ 125,00, passará a se deparar com preços que refletem o aumento integral. Esse cenário consolida a fase de transição e estabelece, de forma generalizada, o novo patamar de custo para um item essencial na mesa dos teresinenses.

Fonte: https://portalclubenews.com

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