Erosão ameaça Casa Girassol
Em Teresina, uma erosão significativa às margens do Rio Parnaíba coloca em risco a estrutura da Casa Girassol, uma Organização Não-Governamental (ONG) vital para a comunidade local. Situada estrategicamente na Avenida Maranhão, a instituição é um ponto de apoio fundamental, fornecendo diariamente refeições — café da manhã, almoço e jantar — para mais de 400 pessoas em situação de vulnerabilidade. A ameaça não é apenas estrutural, mas impacta diretamente a continuidade desse serviço essencial.
O ponto crítico da situação é a formação de uma grande cratera entre o imóvel da ONG e o leito do rio. Essa fenda no terreno tem avançado perigosamente, levantando sérias preocupações sobre um possível desabamento. A cada dia que passa, o risco de uma parte da edificação ceder aumenta, comprometendo não apenas o espaço físico, mas toda a logística de atendimento que a Casa Girassol mantém, fundamental para a sobrevivência de muitos.
Carlos Júnior, vice-presidente da Casa Girassol, expressou a constante apreensão vivida pela equipe e pelos assistidos. "Fica sempre aquela tensão, a qualquer momento pode ocorrer um desmoronamento e atrasar mais ainda nossos projetos e atividades que queremos botar para frente", relatou Júnior. Ele sublinhou que a iminente chegada do período chuvoso agrava drasticamente o cenário, pois o aumento da vazão de água e do nível do rio intensificará a força da erosão, tornando o risco de colapso ainda maior.
Diante da gravidade, a direção da Casa Girassol informou que a Prefeitura de Teresina está ciente do problema. Segundo a ONG, um orçamento para uma obra de contenção no local chegou a ser elaborado, sinalizando um reconhecimento da urgência. Contudo, apesar do conhecimento da situação e do estudo preliminar, nenhuma medida prática ou efetiva teria sido iniciada até o momento, deixando a instituição em um estado de vulnerabilidade crescente.
Em busca de um posicionamento oficial e informações sobre possíveis planos de intervenção, a equipe do Altos News procurou a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Sul. No entanto, até o fechamento desta matéria, o veículo não obteve qualquer resposta ou esclarecimento por parte do órgão. O espaço permanece aberto para que a SDU Sul se manifeste sobre as ações previstas para conter a erosão e garantir a segurança da Casa Girassol.
A persistência da erosão representa uma ameaça não apenas física, mas social. A interrupção ou paralisação das atividades da Casa Girassol devido a um colapso estrutural teria um impacto devastador para centenas de teresinenses que dependem diariamente de seus serviços. A comunidade aguarda por uma solução urgente que assegure a continuidade do apoio prestado pela ONG, fundamental para a dignidade e subsistência de muitos.
Risco aumenta com chuvas
A cratera que se formou às margens do Rio Parnaíba, na altura da avenida Maranhão, em Teresina, representa uma ameaça crescente à estrutura da Casa Girassol. Esta Organização Não-Governamental, vital para mais de 400 pessoas em situação de vulnerabilidade com a oferta diária de café da manhã, almoço e jantar, vê seu futuro comprometido, e o risco de desabamento da sede é exponencialmente amplificado com a chegada do período chuvoso na capital piauiense. A preocupação se intensifica à medida que as precipitações se tornam mais frequentes e volumosas, acelerando a erosão e fragilizando o terreno já instável.
A erosão, que criou um verdadeiro abismo entre o imóvel da ONG e o leito do Rio Parnaíba, tem avançado de forma preocupante. O perigo iminente de um colapso estrutural não é apenas uma hipótese distante, mas uma realidade que a comunidade da Casa Girassol enfrenta a cada dia. O avanço da cratera, sem contenção adequada, pode resultar em um desmoronamento, interrompendo abruptamente as atividades essenciais que a organização oferece, deixando centenas de pessoas desamparadas.
Carlos Júnior, vice-presidente da Casa Girassol, expressa o sentimento de apreensão que permeia a equipe e os assistidos. "Fica sempre aquela tensão, a qualquer momento pode ocorrer um desmoronamento e atrasar mais ainda nossos projetos e atividades que queremos botar para frente", relata. Ele enfatiza que "com a chegada do período chuvoso, fica um risco ainda maior, porque vai aumentar a vazão de água e o nível do rio", detalhando como as chuvas contribuem para acelerar o processo erosivo e desestabilizar ainda mais a margem do rio, que já apresenta rachaduras e desprendimento de terra.
A direção da Casa Girassol informou que a Prefeitura de Teresina está ciente da gravidade da situação e chegou a orçar uma obra de contenção para a área. Contudo, apesar do conhecimento técnico e dos levantamentos realizados, nenhuma medida prática foi efetivamente implementada até o momento para conter o avanço da cratera. Essa inércia agrava o cenário de perigo, deixando a ONG e as centenas de pessoas que dependem de seu suporte expostas à vulnerabilidade da natureza, agora potencializada pelas chuvas intensas que castigam a região. A comunidade aguarda por ações concretas antes que a situação se torne irreversível.
Prefeitura ciente, ação ausente
A Casa Girassol, ONG localizada na avenida Maranhão, em Teresina, que atende centenas de pessoas vulneráveis, afirma que a Prefeitura de Teresina tem pleno conhecimento da grave situação envolvendo a **cratera** que ameaça a estrutura da instituição. A direção da ONG reiterou que a administração municipal foi alertada sobre o avanço da erosão às margens do Rio Parnaíba, que coloca em risco a sede da organização.
Segundo informações repassadas pela Casa Girassol, a prefeitura chegou a realizar um orçamento detalhado para a execução de uma obra de contenção no local. Esse levantamento seria um passo fundamental para planejar a intervenção necessária e estancar o processo erosivo que, a qualquer momento, pode provocar um desabamento e comprometer as atividades essenciais da ONG, que oferece refeições diárias a mais de 400 pessoas.
No entanto, apesar de ter conhecimento do problema e de possuir um orçamento para a obra, **nenhuma medida prática** de intervenção foi tomada até o momento. A ausência de ações concretas mantém a diretoria e os beneficiários da Casa Girassol em estado de alerta constante, uma preocupação que se intensifica com a chegada do período chuvoso e o consequente aumento do nível do rio e da vazão de água, agravando o risco de desmoronamento.
A equipe de reportagem buscou um posicionamento da Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Sul, órgão municipal responsável por tais intervenções. Contudo, não obteve resposta até o fechamento desta matéria, deixando sem esclarecimentos os motivos da inação e as perspectivas para uma solução urgente que garanta a segurança da Casa Girassol e a continuidade de seu vital trabalho social.
SDU Sul não responde
Apesar da urgência e do conhecimento prévio da situação, a Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Sul de Teresina não se manifestou sobre as ações ou planos para conter a erosão que ameaça a Casa Girassol. A reportagem buscou a SDU Sul para obter esclarecimentos, mas não obteve resposta até o fechamento desta matéria, adicionando uma camada de incerteza ao cenário já crítico da ONG.
A direção da Casa Girassol, organização que diariamente oferece refeições e apoio a mais de 400 pessoas em situação de vulnerabilidade, revelou que a Prefeitura de Teresina tem ciência da cratera que se formou entre o imóvel e o Rio Parnaíba. Inclusive, um orçamento para uma obra de contenção no local teria sido elaborado. Contudo, a despeito dessa etapa inicial, nenhuma medida prática foi efetivada, deixando a ONG à mercê do avanço da erosão.
A ausência de um posicionamento oficial da SDU Sul é particularmente preocupante para a Casa Girassol. O vice-presidente da entidade, Carlos Júnior, alertou para o risco iminente de desmoronamento, especialmente com a proximidade do período chuvoso, que pode aumentar significativamente a vazão e o nível do rio. A comunidade, bem como a equipe da ONG na avenida Maranhão, aguarda ansiosamente por respostas e ações concretas que possam garantir a segurança da estrutura e a continuidade dos projetos sociais. O espaço, conforme padrão jornalístico, segue aberto para o posicionamento da Superintendência.
Fonte: https://portalclubenews.com