Veteranos e Novatos Avaliam Deixar Mandato
O cenário político na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) já se movimenta com as expectativas para as eleições de 2026. Entre os 30 parlamentares, uma parcela significativa, incluindo veteranos com longa trajetória e deputados eleitos em seu primeiro mandato, avalia não disputar a reeleição. Esse movimento pode renovar um quinto das cadeiras, trazendo novas perspectivas ao legislativo estadual.
Um dos nomes mais experientes a sinalizar sua saída é o deputado <strong>Wilson Brandão (Progressistas)</strong>. Em seu nono mandato e um dos políticos mais longevos da Alepi, Brandão anunciou em setembro que não buscará novamente o cargo. Sua decisão abre uma vaga importante e representa o encerramento de uma era de atuação contínua no parlamento piauiense.
No grupo dos eleitos em 2022, alguns já indicam que não devem tentar a recondução. É o caso de <strong>Aldo Gil (Progressistas)</strong>. Filho do ex-prefeito de Picos, Gil Paraibano, o deputado está em seu primeiro mandato e confirmou a intenção de não concorrer à reeleição em 2026. Atualmente, Aldo Gil atua como líder da oposição na Assembleia e sua decisão chama atenção por vir logo no início de sua jornada parlamentar.
Outros jovens parlamentares também enfrentam indefinições. <strong>Felipe Sampaio (MDB)</strong>, igualmente em seu primeiro mandato, pode não buscar a reeleição devido a um possível retorno de seu pai, o vice-governador Themístocles Filho (MDB), à Alepi. A movimentação ocorreria caso o governador Rafael Fonteles (PT) indique um nome do PT para a vaga de vice em 2026, abrindo espaço para Themístocles no Legislativo. Da mesma forma, <strong>Bárbara do Firmino (Progressistas)</strong>, eleita em 2022, tem seu futuro incerto. Há especulações de que seu marido, o advogado Breno Macêdo, possa vir a disputar o pleito em seu lugar, sendo cobiçado por partidos como o PT e o MDB, embora a estratégia ainda não tenha sido oficialmente confirmada.
A disputa por cadeiras na Câmara dos Deputados em Brasília também motiva saídas da Alepi. O atual presidente da Casa, <strong>Franzé Silva (PT)</strong>, tem articulado sua candidatura a deputado federal em 2026. Ele figura na lista de pré-candidatos do Partido dos Trabalhadores, que busca expandir sua bancada piauiense na Câmara.
Seguindo caminho semelhante, o deputado estadual <strong>Georgiano Neto (MDB)</strong> também iniciou sua articulação para uma vaga na Câmara Federal. Filho do deputado federal Júlio César Lima (PSD), que planeja disputar o Senado, Georgiano deve retornar ao PSD, seu partido de origem, para encabeçar essa nova corrida eleitoral, alterando a composição das bancadas estaduais e federais.
Esse cenário de movimentações e incertezas sublinha a dinâmica da política piauiense, onde novas aspirações e reconfigurações partidárias prometem um aquecimento precoce para o pleito de 2026.
Deputados Miram uma Vaga na Câmara Federal
Deputados Miram uma Vaga na Câmara Federal
A ambição por um assento na Câmara dos Deputados em Brasília é um dos principais motivos que levam alguns parlamentares da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) a considerar não disputar a reeleição em 2026. A busca por um mandato federal representa um novo patamar na carreira política e atrai nomes de destaque do cenário estadual, marcando uma possível renovação na composição da Alepi.
Entre os que já se movimentam para essa transição, destaca-se Franzé Silva (PT), atual presidente da Alepi no biênio 2023/2024. Com experiência e liderança reconhecidas na esfera estadual, Franzé integra a lista de pré-candidatos do Partido dos Trabalhadores. Atualmente, o PT possui quatro representantes na bancada piauiense na Câmara Federal, composta por dez membros, e a entrada de Franzé Silva visa fortalecer essa representação.
Outro nome que articula sua entrada na corrida eleitoral por uma cadeira em Brasília é Georgiano Neto (MDB). Filho do influente deputado federal Júlio César Lima (PSD), que por sua vez planeja disputar uma vaga no Senado Federal, Georgiano vê uma oportunidade estratégica para ascender ao plano nacional. Há expectativas de que ele retorne ao PSD, seu partido de origem, para solidificar sua base eleitoral e capitalizar o espaço político aberto pela possível movimentação de seu pai para o Senado.
Movimentações no MDB e Cenário Familiar
O cenário político piauiense para as eleições de reeleição em 2026 é marcado por intensas articulações, especialmente dentro do MDB e em núcleos familiares influentes, que podem remodelar significativamente a composição da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi). Entre os nomes em destaque, o deputado estadual Georgiano Neto (MDB) já sinaliza sua movimentação para uma disputa por uma cadeira na Câmara dos Deputados.
Essa transição de Georgiano se alinha aos planos de seu pai, o deputado federal Júlio César Lima (PSD), que projeta disputar uma vaga no Senado Federal. Para fortalecer sua candidatura à esfera federal, Georgiano Neto é esperado para retornar ao PSD, seu partido de origem, confirmando sua saída da corrida pela reeleição na Alepi.
Outro ponto central nas conversas internas do MDB envolve o atual vice-governador Themístocles Filho (MDB). Dirigentes do partido não escondem o interesse em vê-lo novamente como parlamentar na Assembleia Legislativa, onde já tem uma longa trajetória e representa uma liderança consolidada.
A possibilidade de retorno de Themístocles à Alepi ganha força com a recente declaração do governador Rafael Fonteles (PT), que manifestou a intenção de indicar um nome filiado ao Partido dos Trabalhadores para a vaga de vice-governador em 2026, alterando a atual aliança governista.
Caso essa estratégia se concretize e Themístocles Filho dispute novamente uma cadeira estadual, seu filho, o deputado Felipe Sampaio (MDB), eleito pela primeira vez em 2022, não tentaria renovar seu mandato. Essa mudança abriria espaço para o pai no legislativo estadual, consolidando uma troca geracional e estratégica dentro do grupo familiar e partidário.
Fora do MDB, mas com conexões familiares importantes para o cenário político local, a deputada Bárbara do Firmino (Progressistas) também figura entre os parlamentares que podem não buscar a reeleição. Filha do saudoso ex-prefeito Firmino Filho (PSDB) e da vereadora Lucy Soares (MDB), Bárbara conquistou sua primeira cadeira na Alepi nas últimas eleições.
No lugar de Bárbara, o nome do seu marido, o advogado Breno Macêdo, tem sido especulado para disputar o mandato. Macêdo, inclusive, é visto com interesse por partidos como o PT e o MDB, que buscam fortalecer suas bancadas no parlamento. Contudo, essa estratégia de substituição familiar ainda não foi oficialmente confirmada pelas partes envolvidas, mantendo um cenário de expectativa.
Futuro Político de Bárbara do Firmino em Questão
A deputada estadual Bárbara do Firmino (Progressistas), que conquistou sua cadeira na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) nas últimas eleições de 2022, é mais um nome que figura entre as incertezas para a disputa de 2026. Filha do saudoso ex-prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB), e da vereadora Lucy Soares (MDB), Bárbara carrega um peso político considerável, especialmente na capital piauiense. A possível não busca pela reeleição da deputada Bárbara do Firmino tem gerado discussões nos bastidores e levanta questões sobre o futuro da representação política de sua família.
No centro dessas especulações está seu marido, o advogado Breno Macêdo. Fontes políticas indicam que o nome de Macêdo tem sido cogitado para uma possível candidatura à Alepi, ocupando o lugar que hoje é da esposa. Essa movimentação, se confirmada, representaria uma estratégia para manter a influência do grupo político familiar no legislativo estadual, mas com uma nova face.
Breno Macêdo não é um novato no cenário político, mesmo sem ter disputado cargos eletivos. Sua proximidade com o universo político, por meio da família e de sua atuação profissional, o tornou um alvo de interesse para diversas legendas. Partidos como o PT e o MDB, ambos com forte representatividade no Piauí, estariam cortejando o advogado, vendo nele um potencial para fortalecer suas bancadas na Assembleia.
A entrada de Breno na disputa abriria um novo capítulo para o grupo político, permitindo, talvez, que Bárbara do Firmino explore outros horizontes ou que a família reforce sua base de apoio. A estratégia é comum na política piauiense, onde laços familiares frequentemente se traduzem em continuidade e renovação de mandatos, adaptando-se às novas configurações eleitorais e aos arranjos partidários que se desenham para as eleições de 2026.
Até o momento, a família não confirmou oficialmente a movimentação, mantendo as portas abertas para diferentes cenários. A decisão final, contudo, terá impacto não apenas no Progressistas, mas também na dinâmica das alianças e na distribuição de forças na Alepi, especialmente considerando o interesse de grandes partidos como PT e MDB em contar com Breno Macêdo em seus quadros. O desfecho dessa articulação será acompanhado de perto, como parte do xadrez eleitoral que antecede 2026.
Fonte: https://portalclubenews.com