Mensagem do Papa Leão XIV em Dia Mundial da Paz
No tradicional Dia Mundial da Paz, celebrado em 1º de janeiro, o Papa Leão XIV fez um comovente apelo global pela paz. Em sua mensagem, o Pontífice dirigiu sua atenção às “nações ensanguentadas por conflitos e miséria”, clamando por um cessar-fogo e solidariedade. Ele enfatizou a urgência de reconstruir a esperança em regiões marcadas pela violência, um chamado que ressoa fortemente em um mundo fragmentado.
Além da exortação aos líderes mundiais, Leão XIV convidou os cristãos a darem o primeiro passo individual rumo à pacificação, sugerindo que iniciem o novo ano “desarmando corações”. Esta proposta, segundo Dom Juarez Marques, Arcebispo de Teresina, alinha-se aos objetivos primordiais da Igreja Católica. Em entrevista recente, Dom Juarez destacou que a busca pela paz será uma das bandeiras centrais do pontificado de Leão XIV, reforçando a visão de um 2026 de amizade e concórdia entre os povos.
O arcebispo de Teresina detalhou a proposta papal, afirmando: “A proposta é que a gente viva um ano de amizade e paz entre os povos. Essa é a proposta do Papa Leão e da Igreja. Para que isso aconteça, é preciso que a gente acolha a paz como um todo, acolha a amizade como um dom, que vem do alto, e a gente aplique isso em nossa vida”. A declaração de Dom Juarez sublinha a importância de cada indivíduo internalizar e praticar os preceitos de paz e amizade, transformando o apelo papal em ações concretas no cotidiano.
Paz entre os povos: Prioridade da Igreja e do Arcebispo
A busca incessante pela paz entre os povos desponta como uma prioridade fundamental para a Igreja Católica e, de forma particular, para o Arcebispo Metropolitano de Teresina, Dom Juarez Marques. Sua veemente defesa de que o ano de 2026 seja marcado pela "amizade e paz entre os povos" reflete um compromisso profundo com a harmonia global e o bem-estar social, ecos de uma mensagem universal que ressoa localmente.
A posição de Dom Juarez se alinha diretamente com o apelo do Papa Leão XIV, feito no Dia Mundial da Paz. O Santo Padre clamou por um mundo onde nações não estejam mais "ensanguentadas por conflitos e miséria", convidando os cristãos a "desarmar seus corações" como um passo inicial e essencial para a construção de um novo ano sob a égide da serenidade. Essa unidade de propósito entre o Vaticano e a Arquidiocese de Teresina sublinha a relevância do tema para a fé.
Em entrevista recente, o Arcebispo de Teresina enfatizou que a paz não é apenas um desejo, mas um dos principais objetivos da Igreja e uma das bandeiras centrais do pontificado do Papa Leão XIV. "A proposta é que a gente viva um ano de amizade e paz entre os povos. Essa é a proposta do Papa Leão e da Igreja", declarou Dom Juarez, pontuando a necessidade de acolher a paz e a amizade como dons que emanam do alto, a serem aplicados concretamente na vida de cada indivíduo e comunidade.
Para a Igreja, a paz transcende a mera ausência de conflitos armados; ela engloba o desenvolvimento humano integral e a justiça social. Neste contexto, Dom Juarez fez um apelo contundente: que os vultosos recursos hoje destinados à manutenção de guerras ao redor do mundo sejam redirecionados para o desenvolvimento de nações mais pobres. Tal medida, segundo ele, seria um passo vital para mitigar as desigualdades que frequentemente servem de catalisador para tensões e conflitos, solidificando as bases para uma paz duradoura.
Essa visão abrangente da paz se estende a direitos fundamentais, como o da moradia digna. Embora a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vá debater o déficit habitacional em 2026, Dom Juarez conectou intrinsecamente o tema à busca pela paz. "Sem moradia não pode haver dignidade, paz. A moradia é uma necessidade para que a vida possa se desenvolver integralmente em vários aspectos", afirmou, ressaltando que a dignidade humana é um pilar insubstituível para a construção de uma sociedade verdadeiramente pacífica, reforçando o compromisso da Igreja e do Arcebispo de Teresina com a paz em todas as suas dimensões.
CNBB debaterá déficit habitacional em 2026
No contexto da profunda reflexão sobre um ano de paz e amizade global, tema que o Arcebispo de Teresina, Dom Juarez Marques, tanto defende para 2026, a Igreja Católica no Brasil já delineia um de seus principais focos sociais para o próximo ano. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) dedicará intensos debates à crucial questão do **déficit habitacional** no país. Esta escolha não é arbitrária; ela reflete uma preocupação profunda com a realidade de milhões de brasileiros que vivem sem moradia digna e alinha-se diretamente com a premissa de que a paz, em sua plenitude, só é alcançada com a garantia de direitos fundamentais. Para Dom Juarez, a moradia é um pilar insubstituível da dignidade humana e um componente essencial para a verdadeira pacificação social.
O Arcebispo de Teresina tem sido uma voz ativa na defesa de que o direito à moradia deve ser universal, acessível a toda a população, sem exceções. Ele enfatiza que a ausência de um teto seguro e de condições de habitação adequadas gera uma cascata de privações que afetam diretamente a dignidade das pessoas. 'Sem moradia não pode haver dignidade, paz', declarou Dom Juarez, destacando a íntima conexão entre a casa e o bem-estar integral. O lar é percebido não apenas como uma estrutura física, mas como o espaço primordial onde a vida se desenvolve, onde famílias se constroem e onde a esperança é cultivada. Quando esse espaço é negado, a própria paz social é ameaçada, e a violência, em suas múltiplas formas, pode surgir.
A temática da moradia, portanto, transcende a mera necessidade material para se tornar uma questão de profundo teor humano e espiritual na visão da Igreja. Dom Juarez Marques remeteu a passagens bíblicas para sublinhar a centralidade da acolhida e da presença divina entre nós. Ao citar 'Eu preciso entrar em tua casa', e lembrar que Jesus 'veio morar entre nós', o arcebispo reforça a vocação cristã de solidariedade e de provisão para aqueles que mais necessitam. Essa perspectiva teológica fundamenta a ação da CNBB, que busca ir além da denúncia, propondo reflexões e caminhos para que a sociedade e o poder público possam enfrentar o desafio do **déficit habitacional** com responsabilidade e eficácia.
A iniciativa da CNBB em debater o **déficit habitacional** em 2026 representa um passo importante na mobilização por justiça social. Espera-se que este foco estimule discussões construtivas sobre políticas públicas de habitação, acesso à terra, urbanização e financiamento, engajando não apenas a comunidade católica, mas toda a sociedade civil e os setores governamentais. Para Teresina e para o Piauí, a pauta da moradia é particularmente relevante, com suas próprias nuances e desafios. A esperança é que, ao abordar essa questão fundamental, o país caminhe em direção a um ano verdadeiramente de 'amizade e paz entre os povos', como sonha Dom Juarez, onde a dignidade de cada pessoa seja respeitada e o direito a um lar seja uma realidade para todos.
Moradia: Direito universal para a dignidade humana
No cerne do vibrante apelo do Arcebispo Metropolitano de Teresina, Dom Juarez Marques, para que 2026 seja lembrado como um ano de "amizade e paz entre os povos", reside uma discussão essencial para a dignidade humana: o direito fundamental à moradia. Para o líder religioso, a garantia de um lar seguro e adequado não é apenas uma questão de infraestrutura ou política social, mas sim um pilar inegociável para a edificação de uma sociedade mais justa, equitativa e, consequentemente, mais pacífica, ecoando os valores cristãos da acolhida e da solidariedade. Ele defende com convicção que a moradia é um direito universal, imprescindível para que cada indivíduo possa viver com a plenitude que lhe é inerente.
Dom Juarez Marques fez questão de sublinhar a interconexão vital entre a moradia e a dignidade de cada pessoa. Conforme suas reflexões, "Sem moradia não pode haver dignidade, paz", uma declaração que ressoa profundamente em comunidades onde o acesso à habitação ainda é um privilégio. A ausência de um teto seguro afeta não apenas a proteção contra as intempéries, mas também a saúde, a educação e a estabilidade emocional, criando um ciclo de vulnerabilidade que impede o desenvolvimento integral do ser humano. Essa lacuna, segundo o Arcebispo, compromete diretamente a ambição de se construir um ambiente de verdadeira paz e amizade para o ano vindouro de 2026.
A relevância da temática da moradia ganhará um foco ainda maior em 2026, ano em que a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) elegeu o déficit habitacional no país como ponto central de seu debate. Esta iniciativa nacional da CNBB promete trazer à tona discussões cruciais e levantar propostas concretas que, espera-se, terão um impacto direto nas realidades locais. Em Teresina e nas cidades do Piauí, onde a luta por habitação digna é uma realidade para muitas famílias, o debate pode impulsionar novas perspectivas e fortalecer a busca por soluções que garantam a todos um lugar para chamar de lar.
A visão do Arcebispo de Teresina sobre a moradia transcende, portanto, a simples provisão de um abrigo físico; ela se insere na tecelagem de um tecido social onde cada membro da comunidade possa desfrutar de condições mínimas para o seu florescimento. Para que o ano de 2026 se concretize como um verdadeiro marco de amizade e paz, conforme a aspiração de Dom Juarez Marques e da Igreja, é fundamental que a sociedade como um todo e as esferas de governo direcionem esforços e políticas públicas eficazes para assegurar a moradia digna como um direito inalienável para todos os cidadãos, um pilar para a construção de um futuro mais humano e solidário.
Fonte: https://portalclubenews.com